Sábado, 30 de Abril de 2011
Não nos desviemos disto
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Duarte Schmidt Lino
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23:48
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Uma voz

A voz comovida que se ouve aqui é a voz de um homem sério. Não há naquela comoção nada de encenado, não há um teleponto com a indicação "garganta apertada agora" - Sócrates poderia muito bem fazê-lo, com a qualidade a que os nossos pobres comentadores chamam "profissionalismo", mas que, na verdade, não é mais do que falta de vergonha. Esta gravação devia ser ouvida muitas vezes nas próxima semanas. Aquele homem que se comoveu tem tido acesso (ainda que incompleto, cirurgicamente incompleto, como saberemos daqui por pouco tempo) à floresta emaranhada das "contas do Estado" e ele vê e sabe muito bem a situação em que o nosso primeiro-ministro deixou o país. O homem emociona-se com isso que sabe. Esta gravação, por mostrar o choque genuíno de um homem conhecedor perante a "obra" de Sócrates, vale muitas "frases assassinas", muitos videos em família e muitos cenários portáteis. Aquela voz autêntica de Catroga é um dos melhores contributos para o conhecimento público de José Sócrates.
Publicada por
Carlos Botelho
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22:09
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Totus Tuus. Sempre nosso.
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Ricardo Rio
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21:48
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Contos da loucura normal
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Jorge Costa
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21:23
Responsabilizações
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Pedro Braz Teixeira
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17:36
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Expectativas
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Miguel Morgado
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09:48
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Combate de Blogs, logo à noite às 0:20, na TVI24
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Miguel Morgado
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07:10
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Sexta-feira, 29 de Abril de 2011
Agora escolham
Este gráfico obrigou-me a rever a representação que fazia da justiça portuguesa. Muda tudo descobrir que 96,9% dos juízes portugueses brilham nas suas funções, merecendo as classificações de Bom, Bom com Distinção, ou Muito Bom; que uns inexpressivos 3% cumprem os seus deveres satisfatoriamente (mas sem particular mérito) e que há apenas 0,1% de ovelhas negras (todas a pastar em Aveiro, suponho).a) Não há um problema na justiça. Há sim uma falácia criada pelo Arquitecto Saraiva com a biógrafa Cabrita e propagandeada pelo Sol. Para revestirem de maior consistência o sonho mau que nos alimentam, têm-se focado exclusivamente na acção dos 0,1% ranhosos.
c) Infelizmente é tudo verdade e a nossa justiça é uma nódoa feia e gordurenta, não somos todos culpados (nem o Dr. Sampaio, neste particular) e a avaliação dos juízes é uma anedota corporativa.
Qual escolhem ?
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Duarte Schmidt Lino
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20:32
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Boas crónicas
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Miguel Morgado
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17:43
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Nada de novo debaixo do Sol
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Jorge Costa
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16:27
Ir ao circo com o PS
Hoje no CM
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Paulo Pinto Mascarenhas
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11:24
O Porta-voz
Su eficacia comunicativa [a de João Paulo II] se basaba más en lo que decía, que no en como lo decía. Diría que la verdad de lo que decía se veía también en el modo expresivo como lo decía.
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Miguel Morgado
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11:06
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No Jornal de Negócios...
... «[Miguel] Relvas diz que "ainda há uma parte do eleitorado que quer ser enganada"»
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Fernando Martins
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10:50
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Uma nota rosa
Aproveite o breve interregno da propaganda socialista e siga a boda em directo. Não é um Mundial de futebol mas tem o mesmo efeito, com as vantagens acrescidas de ser bastante mais breve e colorido.
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Eugénia Gambôa
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09:49
Poetas da minha terra cantam logo pela manhã
(Enviado pelo Fernando Ferreira)
A culpa é do pólen dos pinheiros,
dos juízes, padres e mineiros,
dos turistas que vagueiam nas ruas,
das strippers que nunca se põem nuas,
da encefalopatia espongiforme bovina,
do Júlio de Matos, do João e da Catarina.
A culpa é dos frangos que têm H1N1
e dos pobres que já não têm nenhum.
A culpa é das putas que não pagam impostos,
que deviam ser pagos também pelos mortos.
A culpa é dos reformados e desempregados,
cambada de malandros feios, excomungados.
A culpa é dos que tem uma vida sã
e da ociosa Eva que comeu a maçã.
A culpa é do Eusébio que já não joga a bola
e daqueles que não batem bem da tola.
A culpa é dos putos da Casa Pia,
que mentem sempre de noite e de dia.
A culpa é dos traidores que emigram
e dos patriotas que ficam e mendigam.
A culpa é do Partido Social Democrata
e de todos aqueles que usam gravata.
A culpa é do BE, do CDS e do PCP
e dos que não querem o TGV.
A culpa até pode ser do urso que hiberna,
mas não será nunca do nosso PS e de quem governa!
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Miguel Morgado
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09:37
Remover o senhor sócrates começa a tornar-se uma questão de saude mental
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Maria João Marques
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08:05
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Grande Finale (125)
Papillon, Franklin J. Schaffner, 1973
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Carlos Botelho
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Etiquetas: Grande Finale
Quinta-feira, 28 de Abril de 2011
Atenção à novilíngua socrática
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Maria João Marques
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22:57
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Reviver o passado em Marraqueche
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Eugénia Gambôa
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21:41
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Procura-se
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Pedro Pestana Bastos
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19:57
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Boas notícias
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Tiago Mendes
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18:04
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A Economia Portuguesa
Ler dois posts no Portuguese Economy:
- um que transcreve a carta aberta de Ricardo Reis e de Luís Garicano ao Financial Times;
- outro do Pedro Martins que o Miguel Noronha e o Jorge Costa certamente apreciarão (o Pedro Braz Teixeira também, mas deixou um comentário por lá).
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Miguel Morgado
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17:14
A horda de militantes comentadores (2)
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Nuno Lobo
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16:50
A horda de militantes comentadores
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Nuno Gouveia
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16:17
37 anos depois, a III República balança
Porém — democracia à parte — o consenso político em que se sustenta estava condenado ao presente fado.
No momento fundacional o socialismo foi unânime. Mesmo os que sempre o detestaram tiveram de lhe jurar lealdade para legitimar o acesso à arena. Depois foi lentamente engavetado, deixando no seu lugar uma água turva igualmente fatal. A III República assenta na promessa política de prosperidade crescente garantida e irreversível e num igualitarismo furioso gerador das mais injustas desigualdades. Inspirados pelos mais fraternos sentimentos, os fundadores da III quiseram alçar-nos, por decreto e numa penada, para a vanguarda das nações.
O resultado inevitável foi uma economia ociosa, desequilibrada e cheia de barreiras, entorses, alçapões. Um país desprovido de concorrência, dinamismo, cultura do mérito. Um país de estímulos errados. Durou enquanto foi possível. E foi possível alimentar e fazer crescer o luso Leviatã com abundante financiamento externo (a fundo perdido e a crédito) que subsidiou este roçagar doce por mais de três décadas. Contra todo este conforto, qualquer discurso alternativo seria sempre um nado morto.
Entretanto, chegaram os países de leste e o apoio da Europa voltou-se para lá; a globalização acelerou, o Oriente entrou no capitalismo selvagem e, com o Ocidente em crise, emergiu. Portugal nunca se mexeu. Como sempre, confiou na Providência. Os nossos políticos, os nossos zelosos sindicatos, os nossos partidos muito constitucionais, muito confiantes, nunca descolaram da absurda ilusão.
Mas — hélas — a maré financeira baixou e descobriram-nos, finalmente, a pelota. Surpreendente mesmo tem sido a duração da corrida.
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Duarte Schmidt Lino
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13:44
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Homens de luta?
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Tiago Mendes
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12:33
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Temos de perder as ilusões
Estela Barbot diz que o Estado Social não vai ser posto em causa com a presença do FMI em Portugal, porque o Estado Social já foi posto em causa pelas decisões do passado."Quando me dizem que é com o Fundo Monetário Internacional que o Estado Social vai ser posto em causa - não. Foi agora que o Estado Social foi posto em causa, pelas pessoas que resolveram fazer estádios de futebol - dez quando chegavam oito - e tantas autoestradas", frisou Estela Barbot, durante o debate "Portugal - Que Futuro?", que decorreu no auditório da Renascença."Era melhor gastar esse dinheiro a fazer um hospital novo, a dar pensões dignas aos reformados", acrescentou a economista e empresária.Estela Barbot fez duras críticas aos responsáveis políticos portugueses, sem deixar de apontar que os actuais defensores do Estado Social foram os maiores responsáveis pelos "problemas estruturais" do país. "Temos de perder as ilusões. Com certeza que os tempos que vêm aí vão ser violentos", acrescentou. (aqui)
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Alexandre Homem Cristo
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12:04
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Irracionalidades
A este propósito, recordo uma ideia que parece ter tido eco... na Hungria.
Uma última nota: no tal artigo, Diogo Lucena fala de repartição de custos em "igual medida", mas isto não diz nada. É o mesmo eu euros absolutos? Ou proporcionalmente? Ou "progressivamente"? A expressão correcta - e necessariamente vaga, apesar de absolutamente precisa -, seria "justa medida". Infelizmente, a única pessoa na praça pública que a usa com propriedade e autoridade dá pelo nome de Estela Barbot.
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Tiago Mendes
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10:42
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Cansaço
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Miguel Morgado
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02:36
Read my lips: 9,1%

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Paulo Pinto Mascarenhas
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01:35
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Mais Sociedade?...
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Carlos Botelho
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01:28
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Real Madrid-Barcelona 2011/04/27
Notas soltas:
Este golo, para quem não se recorda, decidia a eliminatória com pouquíssimo tempo para jogar.
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Miguel Morgado
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00:00
Quarta-feira, 27 de Abril de 2011
37,5
É a média de idades de encartamento do eng. Sócrates e do dr. Passos Coelho. Não diz muita coisa - por exemplo o local de encartamento - mas mesmo no mais abstracto vazio, pode impressionar um alienígena. O desvio padrão chega a ser romântico: apenas 2,1.
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Tiago Mendes
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19:33
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Vitorino Magalhães Godinho (1918-2011)
Apesar e por causa de Karl Marx, Fernand Braudel, Duarte Leite ou Oliveira Martins, além da sua inteligência, houve e ainda há uma historiografia portuguesa antes e depois de Vitorino Magalhães Godinho. É claro que Vitorino Magalhães Godinho não foi só historiador. Foi um intelectual heterodoxo e um intelectual heterodoxo na política até um par de após o 25 de Abril de 1974. É, aliás, uma irónica coincidência que tenha morrido 37 anos após aquele que foi um dos mais importantes acontecimentos da história portuguesa do século XX e sobre o qual, vistos os seus magros resultados, Vitorino Magalhães Godinho lançava uma mirada crítica e cada vez mais lúcida. A sua obra está a ser reeditada e, portanto, ao alcance de todos aqueles que a queiram conhecer ou revisitar.Que descanse em paz.
P.S.: Sugiro a leitura do obituário escrito por Diogo Ramada Curto no Expresso online.
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Fernando Martins
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19:30
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Quando é que alguém aqui no Cachimbo escreve um post sobre o acontecimento do ano?
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Fernando Martins
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17:01
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Os pavões de S. Bento
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Paulo Marcelo
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10:07
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Terça-feira, 26 de Abril de 2011
Ainda sobre a Síria
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Nuno Gouveia
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20:20
Jorge Sampaio na RR
A minha crónica desta semana na Rádio Renascença: "Jorge Sampaio"Em simultâneo com a emergência do apelo comovido aos “Grandes Compromissos” para lidar com a crise, adquiriu também direito de cidade a exortação a não se olhar mais para o passado, mas apenas para o futuro. Tornou-se num padrão de correcção dizer que não vale a pena escrutinar os responsáveis. Mais vale pensar nas soluções que são urgentes. Ontem, o ex-Presidente Jorge Sampaio repetiu a ladainha. Percebe-se porquê.
Quando numa entrevista televisiva foi interpelado acerca do seu célebre discurso em que irresponsavelmente proclamou que havia mais vida além do défice, Sampaio por alguma razão se convenceu que se imunizava corrigindo a citação. Na realidade, apenas disse que havia mais vida além do orçamento. Infelizmente, não se percebe a diferença.
Mas a recomendação de que se olhe apenas para a frente e não para trás soa bastante razoável aos ouvidos de muita gente. No entanto, é difícil perceber como é que chegaremos aos remédios para os problemas do País sem que tenhamos primeiro percebido o que nos aconteceu. Isso implica também apurar responsabilidades. Responsabilidade dos decisores e responsabilidade das suas políticas. Porque os ansiados “consensos” não caem do céu. E com razão. As pessoas dividem-se quanto às respostas a dar à crise também porque se dividem em opiniões diferentes sobre as causas da crise. Olhar para o passado com sobriedade e rigor é, portanto, fundamental para, por uma vez, se lidar com os problemas actuais de um modo sério e responsável.
Sampaio, que não se cansa de dizer que cada um deve assumir as suas responsabilidades, ontem teve a oportunidade de assumir a sua. Podia tê-lo feito dizendo: “Enganei-me.” Mas optou por palavras vazias como, de resto, sempre fez.
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Miguel Morgado
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18:18
Hora coca-cola light
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Jorge Costa
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18:18
Política cor-de-rosa (1)
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Ricardo Rio
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17:10
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Contrato com o futuro
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Ricardo Rio
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15:29
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De Abril a Abril
Publicada por
Eugénia Gambôa
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12:25
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Obrigado pela informação
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Nuno Gouveia
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12:22
A maldição dos ministros de Estado
Publicada por
Paulo Marcelo
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12:08
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Sempre a rever em alta
Publicada por
Nuno Gouveia
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12:02
"Cantas bem mas não me alegras"*
* Não sou eu que digo. É o "povo". O título do post também podia ser: "Quem canta seus males espanta."
Publicada por
Fernando Martins
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08:46
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Mais da Abrilada do que de Abril:
- o nosso José Sócrates, como é bem lembrado aqui.
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Carlos Botelho
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02:42
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Grande Finale (124)
O Destino de Um Homem, Sergei Bondarchuk, 1959
Publicada por
Carlos Botelho
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00:00
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Etiquetas: Grande Finale
Segunda-feira, 25 de Abril de 2011
O estranho caso de um post, e ainda há alguns, em que se opta por pensar em liberdade e com inteligência.
Publicada por
Fernando Martins
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22:37
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Fico sempre surpreendido...
Publicada por
Nuno Gouveia
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21:45
A propósito de fronteiras sem retorno
Publicada por
Paulo Pinto Mascarenhas
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18:32
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Um principal destinatário
Publicada por
Alexandre Homem Cristo
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15:28
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Os Príncipes
[Texto completo no Público de hoje]
Publicada por
Filipe Anacoreta
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12:38
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Para os mais sentimentais, «Josep Carreras i Lluís Llach: " Abril ´74 "»
Publicada por
Fernando Martins
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00:12
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Domingo, 24 de Abril de 2011
Um destino finlandês
Aqui há pouco mais de um mês, postei algo sobre o redesenho das fronteiras da Europa, com o Sul e o Norte a segregarem-se manifestamente, e referi Timo Soini, o finlandês dos Verdadeiros Finlandeses, seguindo uma sugestão do FT, como um dos futuros rostos, a partir do mês que aí vinha, dessa cisão, ou fractura, ou o que quiserem. Está feito. Sabemos pouco do homem, do seu partido, da Finlândia, excepto que se poderá tornar, como se avisava na altura, num sério obstáculo ao curso actual da Europa, que empurra majestosamente com a barriga os aparentemente insolúveis problemas com que se debate, de que a crise da dívida soberana é a manifestação mais superficial e mais urgente, caindo-nos em cima, pelo calendário do nosso resgate (que o PS não quis contornar, antecipando-se prudentemente, contra todos os avisos sensatos), o azar de termos de desempenhar o papel de bombos da festa, salvo seja. Não sabemos ainda o papel que irá desempenhar na futura coligação, nem a forma como nesta tentará influenciar uma nega ao pedido de ajuda português, mas o que sabemos assusta, ou deveria assustar, digo eu.Suspendendo por um momento a questão dos interesses, um exercício minimamente imparcial das razões que o movem na política, aqui esboçadas pelo ABC, mostra-o como um político amável. Gosta da Finlândia, acha que os mecanismos de resgate europeus não resolvem coisa nenhuma, sendo, como são, meramente paliativos (de facto, a coisa é pior do que isso), não tem pressa de aderir à NATO, detesta o fim sueco do serviço militar obrigatório, etc. É um eurocéptico. Um ser, em suma, normalíssimo. Vamos ter de nos haver com gente assim.
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Jorge Costa
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20:13
"[...] o presidente do PSD não tem tendência para engordar, mas faz esforços para não ganhar barriga."*
A mesma inteligência política que levou Pedro Passos Coelho a rodear-se de grandes cabeças como Miguel Relvas e Marco António Costa, ou a convidar Fernando Nobre para cabeça de lista em Lisboa, fá-lo agora exibir em público a sua "vida familiar" (ou o que é suposto que parte do eleitorado pense que é a sua "vida familiar"). Como é óbvio, tornar a dita numa questão política por causa da sua incapacidade para gerar "confiança" junto de boa parte dos portugueses que votam, é um risco muito grande e uma insensatez que pode ter um custo pessoal e político demasiado alto. Tão grande e tão alto que eu me pergunto como é que deve reagir o eleitorado, agora ou mais tarde, se se souber que a vida pessoal de Passos Coelho pouco ou nada tem a ver com aquela que nos anda a mostrar (e/ou a esconder)?
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Fernando Martins
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18:54
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O túmulo vazio
Então Pedro e o outro discípulo foram ao túmulo. Os dois correram, mas o outro correu mais depressa do que Pedro e chegou primeiro. Quando se abaixou para olhar, viu os lençóis de linho, mas não entrou. Pedro, porém, que chegou logo depois, entrou. Ele também viu os lençóis colocados ali, e a faixa que tinham posto em volta da cabeça de Jesus. A faixa não estava junto com os lençóis, mas enrolada ali ao lado. O outro discípulo, que havia chegado primeiro, também entrou no túmulo. Ele viu e acreditou.» [João 20,1-9]
Publicada por
Paulo Marcelo
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11:06
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A força do PC
Um tipo lê o artigo-equívoco de Alexandra Oliveira («Professora da Universidade do Porto, doutorada em Psicologia com uma pesquisa etnográfica sobre prostituição de rua» e que mais, e que mais?...), no Público deste Sábado, "A cruzada moral antiprostituição do PCP", e fica logo com vontade de ir inscrever-se no Partido da Soeiro Pereira Gomes.
Publicada por
Carlos Botelho
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02:27
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Sábado, 23 de Abril de 2011
De boas intenções está o Inferno cheio (corrigido e aumentado)
Mário Soares, alegadamente, numa entrevista ao I.
Adenda: Para Mário Soares, Passos Coelho, além de "pessoa bem-intencionada", é (ou foi) uma "bênção", nomeadamente por comparação com Manuela Ferreira Leite. Mas Passos Coelho foi/é uma "bênção" para quem? Para Portugal? Era bom, não era? Não, era uma bênção para José Sócrates e, portanto, para o PS e para o Governo. Nisto tudo só ainda não percebi com que fim anda Mário Soares a usar Passos Coelho.
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Fernando Martins
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23:55
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Balanço de um fim de semana violentíssimo na Síria: 120 mortos
O assunto não comove excessivamente o mundo (Ocidental). Os media embandeirados, sobretudo se o coração bater à esquerda, não sabem muito bem que fazer do sucedido. A Síria, sob o domínio Alawi, é a mais dura ditadura do Médio Oriente, e o mais importante aliado do Irão na região. A incúria confrangedora dos EUA e a sua manifesta falta de orientação continuam a espantar pelo inesperado, mesmo depois de se ter baixado tanto quanto, depois do Egipto, parecia avisado baixar as expectativas. O que aqui se vier a passar é potencialmente da maior importância para a segurança: na zona e, portanto, no mundo. Parece que não parece, mas é.
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Jorge Costa
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20:34
O último bode expiatório - mas durante a campanha vão arranjar mais

Publicada por
Paulo Pinto Mascarenhas
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16:33
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Das galinhas às raposas: crónicas de Londres
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Paulo Marcelo
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12:09
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Pilha-galinhas
João Pereira Coutinho
Publicada por
Paulo Pinto Mascarenhas
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03:36
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Partido "Socrático" com mais de 15% nas sondagens

É verdade que a I República e o Estado Novo não foram propriamente grandes ajudas para o desenvolvimento de qualquer coisa como uma maturidade democrática. (Ainda que, convenhamos, aquela República comece a ter umas costas demasiado largas e, a uma distância de cem anos, não possa já ser desculpa para tudo.) Seja como for, há uma parte demasiado grossa de Portugueses que não se escandaliza nem com a insuportável demagogia de Sócrates, nem com o seu reiterado desprezo pela verdade ou pela mera decência política, nem com a propensão autoritária que a personagem manifesta à primeira oportunidade. Por exemplo, quantos eleitores terão ficado chocados com aquele Congresso de Matosinhos?...
Por outro lado, as pessoas estão assustadas e, apesar de tudo, talvez prefiram um tarado troca-tintas que já conhecem a um sujeito em tudo mais simpático, mas que, manifestamente, não consegue pôr ordem na sua casa e parece não saber o que quer.
E há ainda o numeroso povo “de esquerda” – este, provavelmente, teme ainda mais Passos Coelho do que Manuela Ferreira Leite (É claro que este “povo” se está nas tintas para a “questão” do casamento homossexual – sensatamente, preocupa-se com problemas mais terrenos.) Esse "povo", para além de (como mais ou menos inquilino de um Estado padre e padrone) ser presa fácil para os espantalhos que lhe agitem, padece ainda de um sentimento de orfandade "ideológica": vê muito bem que o Partido de Sócrates nada tem, de facto, de "socialista", mas também não quer que a sua vida caia nos braços do PC ou do Bloco. Portanto, aterrorizado, que fará ele? Votar no Partido dos Animais?... Não me parece.
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Carlos Botelho
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00:39
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Da Série Cachimbos e Vinhos (9)

Bom vinho, grande rótulo: Conceito Bastardo.
Publicada por
Manuel Pinheiro
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00:35
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Sexta-feira, 22 de Abril de 2011
Bem dito e melhor lembrado.
Publicada por
Fernando Martins
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18:14
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O que isto diz do governo de José Sócrates?
Publicada por
Nuno Gouveia
à(s)
16:56
Dar a volta
Publicada por
Nuno Gouveia
à(s)
16:17
Viva a aliança Povo/FMI?
Hoje no CM
Publicada por
Paulo Pinto Mascarenhas
à(s)
13:25
Até ao fim
Publicada por
Miguel Morgado
à(s)
12:51
O triunfo de Belém
Lembrei-me de tudo isto. Mas ela ali estava com a folhinha na mão, falando a um País devastado pelas falências, pelo desemprego, pela miséria, pelo desespero, pelo envelhecimento, pelo endividamento, pela desorientação, pela corrupção, pela negrura do futuro.
Publicada por
Miguel Morgado
à(s)
12:12
Cachimbo na rádio
Publicada por
Alexandre Homem Cristo
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12:10
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Hoje
Jordi Savall em Castelo Branco. Ver os pormenores aqui.
Publicada por
Pedro Picoito
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06:47
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Por onde anda o dinheiro dos nossos impostos?
Os salários em atraso dos jogadores da equipa de profissional de futebol do "Santa Clara" foram, segundo notícia do Record, pagos pelo Governo Regional dos Açores. Uma entre mil formas de esbanjar o dinheiro dos nossos impostos. Entre outras coisas menos claras ou, até, menos lícitas.
Publicada por
Fernando Martins
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00:54
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Pouco, muito pouco
Depois de ler o que o Galamba aqui escreveu e a notícia para onde nos reenvia, não resisto a umas breves notas críticas (o Alex não se importará, certamente):
(1) investimento (mais dinheiro) na educação não é sinónimo de melhoria da qualidade da educação;
(2) os resultados dos alunos portugueses no PISA não só não são “excelentes” – seriam excelentes se estivéssemos no topo das classificações – como a aproximação à média não se deve exclusivamente às escolas públicas (uma leitura menos atenta do post do Galamba pode fazer crer o contrário quando passamos pela sua referência ao "investimento na escola pública");
(3) já se percebe melhor o que o Galamba está a pensar quando refere a “queda muito significativa do abandono escolar”, mas 31.2% de abandono em 2009 só pode significar uma coisa: praticamente 1 em cada 3 alunos portugueses continua a abandonar a escola antes de acabar o ensino básico;
(4) o aumento do ensino técnico-profissional consiste numa “mera” transferência de recursos de um tipo de ensino para outro; e
5) o maior crescimento europeu em diplomados em matemática e ciências e tecnologias – 37% na União Europeia e 193.2% em Portugal, com a meta estabelecida no plano global (regional europeu?) de 15% – parece denunciar mais um péssimo ponto de partida português do que um óptimo ponto de chegada (gostaria de conhecer os números absolutos).
O João Galamba diz que “há mais, muito mais”. Valeria a pena conhecer o muito mais que falta, pois o que ele indica soa, infelizmente, a pouco, muito pouco.
Publicada por
Nuno Lobo
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00:06
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Grande Finale (123)
La Passion de Jeanne d'Arc,
Carl Dreyer, 1928
Publicada por
Carlos Botelho
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00:00
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Etiquetas: Grande Finale
Quinta-feira, 21 de Abril de 2011
Para quê aumentar a prisão em vez de contruir um jardim?
Publicada por
Tiago Mendes
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21:26
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Road to Nowhere (Sem Destino)
Road to Nowhere, realizado por Monte Hellman, com Shannyn Sossamon e Tygh Runyan (EUA 2010)
Publicada por
Nuno Lobo
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20:20
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"Sondagem coloca PS e PSD em empate técnico"
Falo por mim. Votante na capital, e sempre nas três setinhas, fiz há dias uma sondagem à minha consciência e o resultado, descontados os indecisos, os NS/NR e os que não atenderam o telefone, foi esmagador: 100% de mim não votarão em Nobre porque 100% de mim não votam em demagogos, amigos do Hamas e compagnons de route do Bloco de Esquerda. Suponho que haja por aí mais uns tantos como eu. Às vezes, não há fidelidade social-democrata que resista.
Junte-se a ausência de programa, o vazio de ideias, os avanços e recuos de propostas, algumas trapalhadas avulsas, a hipótese patibular de ver Relvas ou Marco António no Governo - e o resto adivinha-se. Vai ser mais difícil vencer o Sócrates do que foi lixar a Manela, olá se vai. Infelizmente para todos nós.
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Pedro Picoito
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19:14
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Recordar é viver
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Miguel Morgado
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17:08
Elogio do fracasso
[Poema em linha recta, Fernando Pessoa (Álvaro de Campos)]
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Paulo Marcelo
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16:01
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Elogio do saco de gatos
Ninguém diga que para se saber o que se passa no PSD são necessárias escutas.
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Manuel Pinheiro
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13:21
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Desconfiança
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Manuel Pinheiro
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12:28
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Jornalismo preguiçoso
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Alexandre Homem Cristo
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11:46
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Sondagem
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Miguel Morgado
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10:56
Uma nota rápida
PS: para o caso do descanso "doer" muito, pode-se calcular, a partir daqui, a probabilidade do Domingo Páscoa calhar no dia 24 de Abril e, cruzes!, haver 4 dias seguidos de seguro descanso.
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Tiago Mendes
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10:53
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Troca de SMS altamente interna, aqui revelada para ajuste de contas igualmente interno
Abrir Cachmb sociedade civil? M q lhes prometeste? N/ temos Asmbl Grl...
...
Independentes? Ve m é se gajos n falam muito. Se vão contar q lhs deste lugares Mrcl e Mnl, tb te mandamos p/ Coreia, OK?
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Pedro Picoito
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01:55
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Quarta-feira, 20 de Abril de 2011
Publicidade Institucional (antes das novidades...)
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Miguel Morgado
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21:17
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Um mistério
A RTP deve ser a única televisão pública do mundo ocidental que decide suspender "o programa de debate mais alargado da televisão portuguesa". Isto numa altura tão crítica e política como a que estamos a viver, numa altura em que toda a gente pergunta sobre o que se está a passar. Como lógica de serviço público, escapa-me. Pode ser que o motivo esteja na contenção financeira que atingiu a televisão do Estado. Pode ser tanta coisa, até uma indisposição por febre dos fenos de alguém da realização. Seja como for, estranhamos. Como o resto do país, a RTP talvez ache que pode continuar a viver da escuridão o tempo todo. E se calhar pode.
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Pedro Lomba
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15:40
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