Segunda-feira, 28 de Fevereiro de 2011
Estudo de Harvard confirma o que disse Bento XVI sobre o combate à SIDA em África
Ainda se lembram da polémica à volta das declarações de Bento XVI na viagem para Angola? Um estudo recente (A Surprising Prevention Success: Why Did the HIVEpidemic Decline in Zimbabwe?) realizado pela Universidade de Harvard dá razão às ideias do Papa sobre o combate à SIDA, em especial no continente africano, que tanta polémica causaram. Daniel Halperin do departamento de saúde global da população de Harvard afirma que um comportamento sexual responsável e a fidelidade ao próprio cônjuge foram factores que determinaram uma drástica diminuição da epidemia no Zimbábue. Este especialista analisou, desde 1998, a disseminação de doenças sexualmente transmissíveis nos países em vias de desenvolvimento, com dados estatísticos e estudos no terreno. Entre 1997 a 2007, a taxa de infecção entre adultos diminuiu de 29% para 16%. Uma das conclusões afirma: The behavioral changes associated with HIV reduction mainly reductions inextramarital, commercial, and casual sexual relations, and associated reductions in partner concurrency (...) Estou curioso por ouvir o que dizem aqueles que na altura rasgaram as vestes. Provavelmente uma simples nota de rodapé. Ou nem sequer isso.
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Paulo Marcelo
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17:55
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Não se importa de explicar o que quer da Europa, já que não quer ajuda? Ou prefere que a coisa fique assim, reduzida a zero?
Pois não (é uma cabeça, este ministro). A ajuda é isso mesmo: ajuda; garantia de liquidez durante o ajustamento. O problema percebido pelos mercados é outro. É o da solvência, ou seja, da capacidade, ou não, de interromper a trajectória de endividamento e, assim, restabelecer a capacidade própria de satisfazer compromissos futuros. Presumo que o ministro não esteja à espera que a Europa o ajude nisso. No caso da Grécia, avoluma-se a ideia de que a reestruturação da dívida é inevitável. Como será connosco. Além de liquidez, que mais quer o ministro? Juros mais baixos do que os do mercado? Quão mais baixos? Porque não diz o ministro das Finanças e o primeiro-ministro o que deveria a "Europa" fazer? Esgotada a cassette surrealista do FMI, arriscamo-nos a ter de enjoar, no mês de Março, com declarações totalmente destituídas de sentido, como as que hoje Sócrates e Teixeira dos Santos ensaiaram, deslocando o ónus dos nossos problemas para uma "Europa" não menos fantasmagórica do que o FMI, sem que nenhum jornalista tenha a curiosidade, sempre que o ministro e o primeiro-ministro da nossa praga acenam com ela, de lhes perguntar: o quê, concretamente? Não é por sabermos que nenhum deles terá o que quer que seja a dizer de positivo sobre o assunto que a pergunta deve ser evitada. Pelo menos, ao desmontar a "ameaça", ajudaria a libertar a atmosfera do ambiente zombie em que o bando que nos governa insiste em manter-nos.
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Jorge Costa
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16:58
Vem aí o PEC IV
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Miguel Noronha
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15:42
Há quem não queira dançar o tango
Enquanto nós vamos empurrando a responsabilidade para terceiros, também os finlandeses começam a ficar fartos de pagar contas alheias.
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Miguel Noronha
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14:53
Mau-Mau
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Jorge Costa
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14:30
Efemérides
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Manuel Pinheiro
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14:11
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Ideias muito deles
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Jorge Costa
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12:40
Democracia e presidenciais no Egipto: venha o diabo e escolha
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Jorge Costa
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12:03
Os negócios e o Estado

Ainda que pudessemos ter moderado (e muito, penso eu) o recurso ao lambebotismo na condução das relações com o regime do Coronel Khadafi, o facto é que uma das lições a tirar desta bela trapalhada é que é extremamente desaconselhável misturar política e negócios. Existem outras, tão boas ou melhores, mas o que agora interessa reter é que sujamos o nome do país em troca de uns (largos) milhares de Magalhães(*)
(*) que por sua vez exemplificam bem o favoritismo e o mau uso do dinheiro dos contribuintes
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Miguel Noronha
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11:19
Domingo, 27 de Fevereiro de 2011
Mesmo, mesmo
o que o Egipto precisa. Ou, pelo menos, as egípcias.
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Maria João Marques
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23:42
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Quando é que acaba o circo?
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Miguel Morgado
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21:07
Conversas ocas
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Jorge Costa
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19:45
Da Série Cachimbos e Vinhos (4)
Momento Pedro Arroja:
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Manuel Pinheiro
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15:23
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Lições das Arábias
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Miguel Morgado
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15:13
Kaddhafi e os outros
Kaddhafi foi muito conveniente para a malta do costume quando, em parceria com a Arábia Saudita, a China, o Zimbabué, Angola, Cuba e outros destinos paradisíacos dos direitos humanos, liderava o ridículo Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, cuja missão consagrada consistia na multiplicação de relatórios condenatórios de Israel. O protesto continuado de países como os EUA ou Austrália só podia confirmar a bondade natural do Conselho e de um dos seus instigadores como foi Kaddhafi.
Também foi muito conveniente quando formou com outros padroeiros da causa dos oprimidos, como Fidel Castro e Chavéz, uma frente espiritual-diplomática contra o império do mal, os EUA e os seus aliados. Foi alvo de elogios directos e indirectos quando apelava, não se percebia se sob o efeito de aluciongéneos, a outra globalização e a outra ordem mundial que não estivesse controlada pelo homem branco. E foi positivamente aplaudido quando exigiu o pagamento de indemnizações das antigas potências coloniais europeias às vítimas - ele próprio, claro - da colonização. Ora aqui estava o grande líder providencial que vinha corrigir as injustiças que os europeus tinham cometido no passado. Se ele estava disponível para fustigar a tenra consciência europeia, então o pessoal reconhecido estava disponível para ignorar uma ou outra excentricidade, como o facto público e notório de a tirania líbia não ter igual no Norte de África.
Tudo isto foi apreciado por muita gente no Ocidente (escuso-me de dizer o mesmo quando Kaddhafi era um dos grandes patrocinadores do terrorismo internacional, apenas porque essa história é mais velha). Quem julga que estou a exagerar, leia o artigo publicado na "New Statesman" pelo inefável Anthony Giddens - o guru de tanta gente que ainda nos governa -, em 2006, repito, em 2006, que por um triz não descobria uma (outra) terceira via na Líbia e vislumbrou no rosto de Kaddhafi a face de um "modernizador".
É por estas e por outras que dispenso as cantigas da malta que há tanto tempo que desafina.
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Miguel Morgado
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13:39
A Irmandade Muçulmana, Yusuf al-Qaradawi, o seu Líder Espiritual, Hitler e a Providência Divina, James Clapper & Outras Aberrações
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Jorge Costa
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12:38
Justiça?
Podemos obviamente não concordar com as opiniões do presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, João Palma, mas somadas às ameaças do presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Noronha do Nascimento, que há quem diga que mais parece advogado do secretário-geral do PS e primeiro-ministro, José Sócrates, do que um advogado da Justiça, como as suas funções obrigam, dão um retrato paradigmático do sector. Aqui entre nós, acreditam mesmo que há Justiça em Portugal?
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Paulo Pinto Mascarenhas
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Grande Finale (105)
A Matter of Life and Death,
Michael Powell, Emeric Pressburger, 1946
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Carlos Botelho
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Etiquetas: Grande Finale
Sábado, 26 de Fevereiro de 2011
A "boa América" regressa às ruas
Os anos Bush foram pródigos em manifestações violentas por parte da esquerda americana. As comparações com Hitler ou o apelo ao assassinado do Presidente eram habituais. Estas atitudes não eram totalmente representativas do movimento de contestação, mas havia nele um elemento radical inegável. Mas essas violentas acções, uma das quais tive a oportunidade de assistir em Minneapolis, não geraram na altura grande comoção na imprensa. Afinal, era a "boa América" a lutar contra o poder opressivo dos republicanos. Muda o poder e muda o discurso.Recentemente emergiu na política americana o tea party, também ele com vários elementos radicais associados. Apesar de nunca ter visto apelos ao assassinato do Presidente Obama, mais uma vez, vários cartazes com a figura do Hitler surgiram, entre outras acções de retórica profundamente condenáveis. Ai, ai, que este é um grupo racista, fascista e extremista. Ou seja, pegando numa minoria extremista, pintaram desse modo, todo o movimento. Mas, como na vida, tudo é circunstancial, o discurso volta a mudar rapidamente.
Na semana passada, irromperam manifestações em Madison, Wisconsin, contra o governador republicano Scott Walker, devido a uma reforma que toca nos privilégios dos sindicatos públicos. Nada que não constasse do seu programa eleitoral sufragado em Novembro passado pelos eleitores. Nestas manifestações, o elemento radical voltou a emergir: a comparação de Walker com Hitler, e mais grave, vários apelos nas redes sociais ao assassinato de governador. A pergunta: alguém fala destes extremistas nas ruas do Wisconsin, que ameaçam espalhar-se por vários estados americanos? Ou são apenas os bons sindicalistas e democratas?
PS: os senadores estaduais do Partido Democrata inauguraram uma nova forma de fazer oposição: ao verem que a lei republicana seria aprovada, fugiram literalmente do estado para não haver quorum no senado. Que inteligente forma de participar no jogo democrático. Imagine-se que os republicanos faziam o mesmo em Washington? Quantas notícias indignadas não seriam publicadas...
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Nuno Gouveia
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19:10
Falta de jeito para o negócio, redux.
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Fernando Martins
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E depois?
O problema não está no esboroamento do poder de Khadafi. O problema está no esboroamento da própria Líbia - uma bem possível consequência da queda imprevista do Qa'id. No país não há propriamente um Estado e a própria linguagem da propaganda oficial não costuma referir-se-lhe como a uma "nação" homogénea. A Líbia de Khadafi é uma Jamahiriyya, um neologismo cunhado no Livro Verde, a partir de jamahir ("massas") e de jumhuriyya ("república"). Um sistema político pulverizado em inúmeros Conselhos Populares e comunas. Para não falar do tecido tribal que, resistente, perpassa aquelas estruturas.
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Carlos Botelho
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Sexta-feira, 25 de Fevereiro de 2011
Les beaux esprits
Vamos Canciller Nicolás: dales otra lección a esa ultraderecha pitiyanqui! Viva Libia y su Independencia! Kadafi enfrenta una guerra civil!!
Para quem não saiba, Canciller Nicolás é o Luís Amado de Chavez. A que lição é que Chávez se referia é que já não consegui apurar. Mas, ao contrário dos embaixadores, militares, pilotos e demais notáveis ou detentores de posições importantes em geral que a toda a hora engrossam as fileiras da legião de súbitos opositores de Kadafi, Chávez não desarma assim sem mais. Boa parte da América Latina, incluindo o Brasil, presentemente presidindo ao Conselho de Segurança, foi apanhada em contra-pé, e hesita, tergiversa, e ajusta mal ou menos mal ao imprevisto da história, como se pode ver pelo vídeo aí em baixo. A maçada líbia não é um exclusivo do Portugal socrático ou da Itália de Berlusconi.
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Jorge Costa
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18:16
Uma reminiscência?
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Carlos Botelho
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18:10
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Da Série Cachimbos e Vinhos (3)
Bónus citação montesquieuana do dia:
«Dai-lhes bons vinhos e eles vos darão boas leis».
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Manuel Pinheiro
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18:02
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Assino por baixo
E quanto mais cedo os lideres dos países-membros aceitarem esta realidade melhor, acrescento eu.
Na frente interna, como o Jorge já aqui assinalou, parece que o final se aproxima a passos largos. Significativamente, o diferencial entre as taxas a 10 e 5 anos é cada vez menor fixando-se muitas vezes abaixo dos 20 pontos base.
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Miguel Noronha
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15:37
Banda Sonora
Para Sócrates interpretar no encontro com Merkel.
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Manuel Pinheiro
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15:18
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Defender Sócrates
Hoje no CM
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Paulo Pinto Mascarenhas
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14:59
Kadafi, o terrorista
Como é que alguém pode ser surpreendido pela violência assassina com que Kadafi reage aos protestos? E porque apoia a Al-Qaeda a sublevação contra o regime?
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Jorge Costa
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14:52
Orgulhosamente sós
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Alexandre Homem Cristo
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14:26
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Oxímoros
As taxas de juro a dez anos fixaram-se acima dos 7,5%. Já as obrigações a cinco anos estabeleceram-se acima dos 7,3%. Por seu turno, a dois anos, acima dos 4,7%.
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Jorge Costa
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14:00
Estado de Direito?
«O titular do Tribunal Central, nos últimos anos, foi o responsável pela maioria das buscas e ordens para julgar políticos, banqueiros e grandes empresários. Carlos Alexandre foi o juiz que autorizou buscas para apurar suspeitas de corrupção no processo Freeport, que permitiu ao Ministério Público invadir os maiores bancos e grupos económicos no Processo Furacão, que prendeu Oliveira e Costa e pronunciou todos os arguidos dos processos Portucale e das contrapartidas pela compra dos submarinos.»
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Miguel Morgado
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10:39
Quinta-feira, 24 de Fevereiro de 2011
Crónicas do planeta oval

A meio ano do Mundial de rugby na Nova Zelândia (e Christchurch, a cidade atingida pelo sismo de anteontem, é precisamente uma das bases do torneio), o jogo que provavelmente decidirá o vencedor do Seis Nações, o Inglaterra-França, realiza-se no próximo Sábado em Twickenham.
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Pedro Picoito
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21:23
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Vejam lá se percebem de uma vez por todas: para além de permitir aos pais escolher, sai mais barato ao Estado
Cerca de 25 mil alunos que têm subsídios custam menos ao Ministério da Educação do que um estudante da escola pública.
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Alexandre Homem Cristo
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21:11
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Não se viram na Praça da Liberdade slogans anti-americanos, nem bandeiras de Israel a serem queimadas
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Jorge Costa
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19:37
Minudências
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Pedro Picoito
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17:51
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Samir Kassir
"(...) Kassir está preocupado, acima de tudo, com os próprios árabes: "para sair da desgraça é preciso que sejam os próprios árabes a fazê-lo". E, para o autor, existe um grande obstáculo entre os árabes e este seu renascimento: os "islamistas jihadistas", esses profetas da desgraça. Os Bin Laden vivem da desgraça árabe, e não querem que ela acabe. (...) O islamismo é, sem dúvida, um meio poderoso, até porque abastece "o estatuto de vítimas que os árabes se comprazem em alimentar" numa lógica de choque de civilizações. Neste ponto, Kassir, mais uma vez, faz fogo sobre o Ocidente e sobre os árabes. Ou seja, crítica os teóricos do choque civilizacional dos dois lados da barricada. Do lado árabe, Kassir afirma que é preciso fazer uma reavaliação do estatuto de Vítima que está no centro das sociedades árabes: "a rejeição da guerra das civilizações exige, do lado dos árabes, o abandono do arabocentrismo - ou do islamocentrismo - negativo que só concebe a história do mundo como uma ameaça permanente contra si". Como é que isso pode ser feito na prática? Kassir não tem papas na língua: recusar a complacência em relação a coisas como a fatwa lançada sobre Rushdie e aceitar que a democracia é um património comum de toda a humanidade. Este homem não foi assassinado por acaso. "
Henrique Raposo, a propósito do livro acima, a ler na íntegra aqui.
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Alexandre Homem Cristo
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15:35
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Ligações perigosas
A outra grande aposta da diplomacia portuguesa sob a batuta socrática, Chávez, agora também mais pobre de interlocutores estratégicos, que se referia ao "líder carismático" como o "Bolívar do povo líbio". Aqui, uma análise das relações entre os dois grandes amigos. "Hitler", como compara o ex-ministro da Justiça líbio, é manifestamente um exagero de linguagem, salvo possivelmente no final, ainda segundo a previsão do próprio.Se há - e o assunto é verdadeiramente um tópico inexistente no (paupérrimo) debate público - algo de absolutamente notório em matéria de relações externas nos últimos anos de Portugal, é uma orientação estratégica calamitosa para o prestígio do país, que passou a situar-se internacionalmente como um imergente no Terceiro Mundo, tecendo, para se afirmar, estreitas cumplicidades com ditaduras carcomidas, ditadas, em parte, pelo imperativo de vencer a qualquer custo a aposta na entrada para o Conselho de Segurança das Nações Unidas - com, ao que julgamos saber, a anuência do Presidente da República. À medida que os Estados-pária caírem, avolumar-se-á o passivo de tamanho desnorte. De notar que a oposição à direita tem sido, salvo raras vozes completamente isoladas, co-autora tácita, por omissão, da reagulhagem terceiro-mundista de Sócrates, um parvenu na diplomacia, como em tudo na sua vida, e portanto achatando a inteligência de todas as coisas pelo faro para o dinheiro. Enquanto o respaldo da pertença "europeia" se manteve de pedra e cal, as derivas estratégicas não causaram stress em demasia sobre a identidade e o jogo de forças a partir do qual Portugal pode agir externamente. Acontece que o respaldo "europeu" não é substituto da afirmação própria. Como a breve trecho nos farão, a contragosto, perceber, assim que nos entregarem definitivamente a nós próprios. Sem dinheiro, sem respaldo e com aquela reputação.
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Jorge Costa
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12:26
A língua (de pau) do ministro Amado
O regime líbio é (está):
- bloqueado
- muito específico nas suas dimensões internas
- totalmente diferente dos regimes da região
- e ainda mais dos regimes europeus
e pode e/ou deve
- ser objecto de uma adaptação inadiável
- e/ou sanções "naturais" (sic)
Mas nada de confusões, é tudo coordenado, muito gleichshaltung: UE, Liga Árabe, União Africana. Não pode haver passos em falso. Tudo em ganso.
Benchmarking flash. E uma piada da Ana Gomes.
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Jorge Costa
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11:08
Cachimbos na TV
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Pedro Picoito
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Provincianismo é
... estar em curso uma revolução no mundo árabe e procurar os contra-revolucionários em Lisboa.
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Pedro Picoito
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11:00
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Grande Finale (104)
What Ever Happened to Baby Jane?,
Robert Aldrich, 1962
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Carlos Botelho
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Etiquetas: Grande Finale
Quarta-feira, 23 de Fevereiro de 2011
As revoluções e as mulheres
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Maria João Marques
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23:56
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O golpe fracassou
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Pedro Pestana Bastos
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Surpresas
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Miguel Morgado
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19:36
O cerco
The German parliament is set to approve sweeping proposals to reinforce Berlin’s hard-line negotiating position in Brussels, ruling out any European crisis response measures that involve buying government bonds or issuing loans to help debt-strapped governments buy back their own debt.The resolution, drafted by the government’s own supporters, seems certain to be passed in the Bundestag on March 17 – one week before a European Union summit in Brussels that has to agree on a comprehensive package of measures to head off any future crises in the eurozone.
Members of parliament insisted on Wednesday that they want to strengthen the German government’s position by setting strict red lines sending a clear signal to other EU members of Germany’s conditions for providing financial support to other countries.
Até aqui, realmente sem surpresa: mas isto?
In addition to rejecting bond-buying and buy-back arrangements, however, the Bundestag will also call for the rescue package to include an EU-wide financial market tax to reduce national budget deficits.
E, de novo, sem surpresa:
The resolution also insists that no further “special arrangements” should be agreed outside the ESM, such as the bail-out negotiated last year for Greece. It declares that the eurozone must not become a community where the debt liabilities of one country are borne by the others – a form of words intended to rule out issuing euro-denominated bonds to replace a portion of national sovereign debt, as proposed by many other EU members. Continuar a ler aqui.
Em síntese:
1) O Fundo Europeu de Estabilização Financeira não comprará obrigações, o que o levaria a intervir directamente nos mercados;
2) Não financiará a recompra de obrigações para diminuir o peso da dívida (resta a reestruturação de que não se fala, para já...);
3) E não permite que a Alemanha subscreva a ideia de euro-obrigações substitutas dos títulos de dívida soberana nacionais - cada um que trate de si.
Decididamente, a Europa não é exactamente a darling dos alemães. E decididamente vamos ter de... pensar no caso. Uivar à Lua não resolve.
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Jorge Costa
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19:27
Produtividade
Notícia no Público:
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Manuel Pinheiro
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19:07
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Ex-ministros criticam o monopólio das escolas estatais
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Nuno Lobo
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16:31
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Existem, existem.
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Miguel Morgado
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14:37
Os cínicos e os tontos
Artigo de Fernando Gabriel no Diário Económico
[A]s televisões e o YouTube deram ao "homem árabe" aquilo que nem Jacques-Louis David nem Eugène Delacroix puderam oferecer aos esboços do "homem universal" -o de 1789 e o de 1848, que animou a "Primavera dos povos": uma narrativa construída em tempo real, dinâmica e com uma aparência de autenticidade. Não seria desavisado tratar essa narrativa com cepticismo: como recordou a historiadora Anne Applebaum, a televisão cria uma estória linear que pouco mais é do que ficção. Por exemplo, os acontecimentos no Bahrain são inteligíveis como o despertar da longa noite da autocracia, ou trata-se de mais um episódio do sectarismo religioso islâmico, num país-ilha com uma população maioritariamente xiita governada por uma monarquia sunita? Um eventual sucesso dos xiitas é um triunfo da "democracia" ou uma extensão geográfica do poder iraniano?(...)
Quando Mubarak abandonou o poder, tinha um livro de Raymond Aron sobre a mesa de trabalho, do qual traduzo um excerto: "não é o sufrágio universal, esse instituto político discutível e ulterior, nem o sistema parlamentar, que é um procedimento democrático entre outros, mas a liberdade, cujas condições históricas foram a dualidade dos poderes espiritual e temporal, a limitação da autoridade do Estado e a autonomia de instituições como as universidades". Só um tonto não reconhece a inexistência de condições históricas de liberdade nos países árabes; só um tonto perigoso pode supor que organizações como a Irmandade Islâmica, que se propõe "islamizar o conhecimento", oferecem garantias de manutenção de uma pax dei não segregadora. Quem estiver disposto a perceber o que se passa deve começar por desligar a televisão e aceitar que a "democracia" não chegará ao mundo árabe como os frangos ao supermercado: previamente acondicionada e pronta a cozinhar de acordo com a receita na embalagem.
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Miguel Noronha
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14:21
A oeste nada de novo
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Manuel Pinheiro
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13:42
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A blogosfera e o resto
Publicada por
Miguel Morgado
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13:00
Fim de ciclo

A maré está mesmo a mudar e os "abrantes" não fogem à regra. Os assessores já se queixam da "política baixa". (será uma sessão de auto-crítica?). Não deve faltar muito para fazerem um post a comparar o chefe ao ditador norte-coreano.
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Miguel Noronha
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10:06
Solidão
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Paulo Marcelo
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09:33
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Terça-feira, 22 de Fevereiro de 2011
As revoluções no mundo árabe
Publicada por
Nuno Gouveia
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23:03
Os fiéis amigos
Sócrates e o seu ministro Amado são fiéis amigos. Não se lhes ouviu ainda uma palavra de condenação da violência com que o líder carismático, como Sócrates caracteriza o seu parceiro Kadafi, está a reagir aos protestos na Líbia. E não parece que a "revolta" de Ana Gomes, "como portuguesa e como diplomata portuguesa", venha a mudar grande coisa. Há amizades que não se quebram sem mais nem menos (mais ou menos duas centenas de mortos). Há valores mais altos e o futuro ainda não está encerrado. Digamos que Amado está mais de pedra e cal com Kadafi (até agora, por junto, tudo o que a situação lhe sugeriu foi a reflexão caricata, também já ouvida a Sarkozy, sobre a necessidade de um Plano Marshall para a região) do que, por exemplo, o ex-embaixador da Líbia nos Estados Unidos. Apenas um exemplo. São os "nossos interesses" na região, explicava ontem o fiel amigo, e, acrescento eu, o entendimento igualmente canino de quais eles sejam e como se defendem e projectam. A menos que não estejamos a falar da mesma coisa, nós.
Publicada por
Jorge Costa
à(s)
17:58
Será que o Kadafi já pagou os Magalhães?
Publicada por
Paulo Pinto Mascarenhas
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16:08
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O líder carismático...
... Não vai deixar o poder, e prefere morrer como mártir (também não aproveita a Sócrates e Amado). ...
... Desta vez não vem com guarda-chuva. ...
... O inglês do tradutor é de fugir. Estou com dores de cabeça.
... Diz que há uma agressão americana e desafia os que gostam de Kadafi (fala como os treinadores de futebol) a ir para a rua e defender a Líbia...
... Está a ler de um livrinho verde e diz que punirá os manifestantes, a que chama um bando terroristas, com a pena de morte...
... Ainda não falou no Plano Marshall...
... Adverte que os manifestantes querem transformar a Líbia num Estado islâmico (o que mostra que está em linha com Amado)...
Portanto, para já, segundo o líder carismático, há um bando de terroristas, a mando da América, que quer transformar a Líbia num Estado islâmico, a punir com a pena de morte, intento (o do Estado islâmico) contra o qual Kadafi quer resistir e morrer como mártir. ...
Faz sentido. É nestes momentos que tenho saudades dos tempos em que era jornalista.
Publicada por
Jorge Costa
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16:03
Ainda a execução orçamental
Publicada por
Pedro Braz Teixeira
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15:55
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E a curva achata, achata, até partir (act.)
*Negociaram-se já hoje a um máximo de 4,79%.
Publicada por
Jorge Costa
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14:23
Que parva que esta gente é
Caso para fulminar já o Governo? Não, pelas razões supra. Caso para nos preocuparmos já? Sim. Sobretudo tendo em conta a universalmente reconhecida incompetência do Governo em matéria de gestão orçamental. Salvas de louvor é que só mesmo com esta coisa a que chamamos Governo e esta imprensa parva que se resume a ser o seu eco.
Publicada por
Jorge Costa
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12:48
Informação: " A Líbia não é a Tunísia nem o Egipto"
Não foi à toa que a chamada "oposição benevolente" ao regime de Mu'ammar Al-Qadhafi, Seif Al-Qadhafi, repetiu por 7 vezes a frase " A Líbia não é a Tunísia nem o Egipto", num discurso que devemos ler com muita atenção. Infelizmente, para o provável desfecho dos acontecimentos e futuro da Líbia, ele tem razão.
Publicada por
Eugénia Gambôa
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12:17
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