Segunda-feira, 31 de Janeiro de 2011

Vítor Bento

Há poucos, assim, em Portugal: uma sólida formação teórica, um raro conhecimento empírico da realidade portuguesa, um currículo como gestor invejável, independência de espírito, e do resto, nada dado a ilusões, uma constante intervenção cívica em Portugal, ao longo das duas últimas décadas, que tanto contribuiu para pôr os pontos nos ii na confusão ambiente, um pensamento extremamente bem articulado. Não se vê na política activa: só não vejo como é que a política activa o poderá dispensar.