Quarta-feira, 26 de Janeiro de 2011

Desculpem lá qualquer coisinha

Diretor-geral e adjunto da Administração Interna demitem-se.


Os políticos acima lavam as mãos e secam-nas no avental.

13 comentários:

cards disse...

Ao menos desta vez alguém assumiu as responsabilidades.
Nunca pensei que isso fosse possível em portugal.

Anónimo disse...

E fazem compasso, de espera.

Lobo disse...

Você é difícil de satisfazer... Queria o quê, que fizessem harakiri?

Anónimo disse...

O que quer dizer que amanhã serão nomeados para um qualquer 'taxo' mais rentável. É assim a irmandade.

roskoff disse...

e as listas de fantasmas das autarquias do PS PSD e CDU

Alguém as assume

E a comissão nacional de eleições serve para?

Reduzir isto a ministro e seus capangas é paranóico

Liz disse...

O cómico Manuel Pinheiro pretendia o quê?!:

Uma dissolução do governo?

Uma anexação por Espanha após as falhas registadas no acto eleitoral?

Um minuto de riso nacional?

Ao que isto chegou...

Carlos Alberto disse...

Ó Liz, se calhar qualquer das 3 hipóteses era interessante

Escalabitano disse...

Só acredito na seriedade do acto, se nos próximos meses não vir esses dois bem instalados numa PT qualquer...

E estou curioso em saber qual a sua folha de indemnização:
- Serão indemnizados em um mês de 30 dias por cada ano de serviço ou
já só levam 20 dias num máximo de 12 anos?!

E terão direito em Tribunal a uma menção abonatória desses três MAGOs do REGIME { Sampaio, Ângelo e Catroga)ou ainda outra coisa melhor?!

Mani Pulite disse...

OS DIRECTORZINHOS GERAIS LÁ TIVERAM DE FAZER DUAS PIPES.OS XEFES MANDANTES ESTÃO AGORA A LIMPAR TUDO COM O AVENTAL.

Anónimo disse...

"Crónica de duas estranhas demissões
A agência Lusa anuncia que Paulo Machado, diretor-geral da Administração Interna, Paulo Machado, e o diretor da Administração Eleitoral, Jorge Miguéis, tinham pedido a demissão.
De imediato, a TSF fala com Jorge Miguéis que nega, rematando que essa hipótese "não fazia sentido nenhum" e que aguardava pela conclusão do inquérito.
Minutos depois desta conversa, a assessoria do Ministério da Administração Interna fazia chegar um comunicado às redações dando conta que o "director-geral da Administração Interna, Professor Paulo Machado, e o director da Administração Eleitoral, Dr. Jorge Miguéis, apresentaram o pedido de demissão na sequência dos factos ocorridos no acto eleitoral de 23 de Janeiro de 2011".
Ou seja, Jorge Miguéis tinha pedido a demissão, mas não sabia.
Ou então, foi nomeado voluntário para sair e a comunicação social soube primeiro.
Ou isto tudo não faz sentido nenhum.

Nota: Apesar deste Governo ter assinado o Acordo Ortográfico, os assessores do mesmo Governo continuam sem saber o que isso significa."

http://correiopreto.blogspot.com/2011/01/cronica-de-duas-estranhas-demissoes.html

roskoff disse...

Só por ter sido sacrificado um bode expiatório

Os restantes que venderam e gerem o programa são absolvidos

é demiti-lo assim a culpa é só dele resolve-se o problema

é the portuguese way

João Pedro Neto disse...

"Os políticos acima lavam as mãos e secam-nas no avental."

"E fazem compasso, de espera."

Eh! Eh! Muito bom.

Ljubljana disse...

Caro Lobo,

Olhe que se fosse noutro país que nós bem conhecemos, talvez as coisas tivessem mesmo esse final. Mas descanse, estamos em Portugal!