Domingo, 31 de Outubro de 2010
Hoje é dia de festa, não é?

Foi o único bolo que encontrei com cachimbos. Parabéns.
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Paulo Pinto Mascarenhas
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O pato
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Alexandre Homem Cristo
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O fiel defunto
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Paulo Pinto Mascarenhas
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Grande Finale (64)
La Reine Margot, Patrice Chéreau, 1994
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Miguel Morgado
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Sábado, 30 de Outubro de 2010
O acordo Governo/PSD
A manutenção das taxas de IVA para o cabaz de produtos básicos e a permissão para se poderem efectuar deduções fiscais por despesas com saúde, habitação e educação, irá ajudar as famílias portuguesas. Não é muito, mas é alguma coisa.
A reavaliação das PPP e suspensão de todas as obras públicas é um facto. Já todos perceberam a necessidade destas acções, mas o governo, através da sua teimosia, parecia que não queria ver isto. O PSD obrigou governo a assumir esta realidade.
Esta abstenção não iliba o PSD, antes pelo contrário, de continuar vigilante e critico da acção do governo. Temos um mau governo que nos trouxe a esta situação. Devido à sua teimosia e incompetência, 2010 foi um ano perdido no que respeita à recuperação financeira do país. Mais, os últimos anos foram desastrosos para Portugal. Graças ao PS o IVA aumentou 3 por cento em menos de um ano, a carga fiscal subiu imenso e poucos cortes foram efectuados na despesa do Estado. Temos um estado papão que não parou de crescer com este governo. A sua única solução tem sido aumentar os impostos e a contribuição dos portugueses. Se o período fosse outro, não tenho dúvidas que o PSD teria votado contra o OE e provocado eleições. Era isso que lhe competia como partido da oposição. Devido a impossibilidade de termos eleições no imediato, talvez a melhor solução tenha sido mesmo esta.
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Nuno Gouveia
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O Governo é muito mau, mas...
Outro ponto, técnico, e que seria importante esclarecer, é saber porque é que a sondagem da Católica, ao que tudo indica, não inclui uma opção entre "Bom" e "Mau" - razoável, médio, satisfatório, indiferente, o que seja.
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Tiago Mendes
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Todos Diferentes, Todos Iguais...
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Fernando Martins
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Sexta-feira, 29 de Outubro de 2010
Cavaco e as sondagens II
Nas próximas eleições presidenciais haverá uma abstenção bastante superior a 2006. Essa tem sido a regra em eleições de segundo mandato presidencial em Portugal. Quando Mário Soares foi eleito em 1986 a abstenção foi de 24 por cento, mas esse número subiu para 37 por cento em 1991. Nas eleições disputadas entre Jorge Sampaio e Cavaco Silva em 1996, a abstenção foi de 33 por cento, tendo subido para 50 por cento na reeleição em 2001. Ora, se a abstenção em 2006 foi de 38 por cento, podemos prever que nestas presidenciais ela será novamente superior a 50 por cento.
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Nuno Gouveia
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Cavaco e as sondagens
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Alexandre Homem Cristo
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O "resplendor da luz"
Ao que tudo indica, Passos Coelho e José Sócrates, quais Saulo na estrada de Damasco, viram ontem o "resplendor da luz" em Bruxelas (ainda que em pontos diferentes da cidade) e caíram por terra. Ou seja, vão voltar a negociar o orçamento de 2011. O problema é que, um e outro, só se deixam iluminar na "Europa". Estamos, obviamente, muito bem entregues.
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Fernando Martins
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Demasiado Tarde
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Fernando Martins
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O origens do "monstro"
Àlvaro Santos Pereira: "As origens do monstro" e "As origens do monstro (2)"
[C]ontrariamente ao que às vezes se apregoa, o crescimento do “monstro” começou durante o regime Salazarista, principalmente a partir dos anos 1950, quando os gastos públicos aumentaram tremendamente.(...) Quando o PIB abrandou a partir da década de 1970, mas os gastos públicos mantiveram um elevado crescimento, estavam criadas as condições para um crescimento exponencial do nosso Estado. (...)
É verdade que desde então o ritmo de crescimento do consumo público baixou (...), mas, mesmo assim, permaneceu vários pontos percentuais acima da taxa de crescimento da economia nacional. Com efeito, é perfeitamente patente que, nos últimos 60 anos, o crescimento dos gastos do Estado tem sido muitíssimo mais acentuado do que o crescimento do produto nacional (linha picotada).
Vale igualmente a pena realçar que o declínio da taxa de crescimento dos gastos públicos foi travado no final dos anos 90, quando, durante o crescimento do Estado foi mais uma vez impulsionado pelos governos de António Guterres, quando o crescimento anual das despesas públicas foi muito elevado. A partir dessa altura, a taxa de crescimento de tendência do consumo público tem permanecido praticamente inalterada, e nenhum dos governos da última década conseguiu travar o despesismo do Estado. Os gastos públicos continuaram a crescer a ritmos mais elevados do que o PIB nacional, aumentando inexoravelmente o peso do Estado na economia. Como a economia estagnou na última década, estavam criadas as condições para que o "monstro" ficasse fora de controlo, contribuindo para a lamentável situação actual.
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Miguel Noronha
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Para lá das despesas correntes

Europe needs to cut its pension deficits or risk prolonging the region’s debt crisis as investors punish governments that don’t force citizens to work longer, said Finnish Finance Minister Jyrki Katainen.
Não sei se repararam mas desde meados dos anos 90 os sucessivos ministros das finanças têm anunciado sucessivas reformas do sistema de pensões. Apesar de todas serem apresentadas como "a solução definitiva" nenhuma parece conseguir resolver de forma satisfatória o problema da sustentabilidade a médio prazo. A questão é que tal como nos esquemas de Bernard Madoff ou da D.Branca, a solvabilidade do sistema "pay as you go" só é garantida se se mantiverem determiados rácios entre contribuintes e beneficiários que o actual declínio demografico torna inviáveis. As supracitadas "soluções finais" têm optado pela revisão do cálculo das pensões e pelo aumento da idade da reforma o que, em muitos casos, significa uma alteração unilateral das condições contratuais(*) num sistema em que não nos é permitido sequer o "opt-out".
Devemos pois levar bastante a sério o aviso de Jyrki Katainen. O "médio prazo" transformar-se daqui a pouco tempo no "curto prazo" e já desperdiçamos demasidos anos. Porém, e contrariamente ao que diz Katainen, julgo que a única solução que torne o torne verdadeiramente sustentável é passarmos para um sistema de capitalização com contas individuais gerido por entidades privadas (similar aos PPR). Será menos generoso que o sistema actual mas pelo menos assenta em bases reais e não está dependente de eventuais contribuições futuras. Como efeitos secundários mas não menos importantes, estaremos a aumentar a taxa de poupança e (como no caso do fundo de pensões da PT) impedir o governo de usar indevidamente fundos que não lhe pertencem para cobrir despesas correntes.
(*)Convém notar que estas práticas são (justamente) proibidas nas relações entre privados fornecendo justa causa para denuncia de contractos e/ou pedidos de indemnização.
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Miguel Noronha
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A Grécia também tem Orçamento
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Miguel Noronha
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Grande Finale (63)
Paths of Glory, Stanley Kubrick, 1957
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Carlos Botelho
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Etiquetas: Grande Finale
Quinta-feira, 28 de Outubro de 2010
Achtung baby
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Pedro Picoito
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Socialistas cada vez mais sozinhos
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Nuno Gouveia
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Os jovens e os outros
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Miguel Morgado
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Ele não é director da RTP ou da TVI
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Paulo Pinto Mascarenhas
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Já chega
Nós não estamos a falar apenas de um péssimo Orçamento por contraponto a Orçamento nenhum: nós estamos a falar de um péssimo Orçamento a ser executado por um Governo liderado por um péssimo e incapaz primeiro-ministro e servido por um péssimo e incapaz ministro das Finanças. Será isso preferível a uma crise política que conduza o país a eleições?
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Miguel Noronha
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Partido Democrata derrotado em toda a linha?
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Nuno Gouveia
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Alguma relação?
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Nuno Gouveia
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Se a estupidez matasse...
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Eugénia Gambôa
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A pata (do Daniel Oliveira) na poça
"Políticos profissionais", do Tomás Vasques no Hoje há conquilhas.
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Miguel Morgado
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Afinal foi engano
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Miguel Noronha
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O mundo mudou ontem de manhã
Sem orçamento, mergulharemos numa crise financeira incontornável, não somente nas finanças públicas mas também no acesso ao crédito pelas empresas e famílias, com efeitos devastadores na economia e no emprego. A vinda do FMI e o risco de saída do euro tornar-se-ão uma possibilidade real.
Só vejo duas explicações. Ou as notícias aqui da terrinha devem demorar uma eternidade a chegar a Bruxelas ou a azáfama da quotidiano não lhe deixam tempo para ler jornais.
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Miguel Noronha
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Os néscios que paguem a crise!
Bem pelo contrário, foi por falta de vontade, por falta de visão, por falta de competência e, até, por falta de coragem, que vários Governos lidaram com displicência com esses obstáculos estruturais ao nosso desenvolvimento e que contribuíram para a amplificação das suas consequências, a um ponto que os torna hoje quase irresolúveis (pelo menos no horizonte de uma a duas gerações).
Desde a falta de uma estratégia para o nosso modelo de desenvolvimento económico à forma quase irresponsável (para não dizer criminosa) como se esbanja(ra)m recursos públicos e se condicionou a sustentabilidade futura do Estado – e não apenas do Estado social -, muitos foram os erros repetidos acumulados.
Em especial ao longo dos últimos 15 anos, com o pequeno intervalo da Governação Social Democrata de Durão Barroso, o acumular de erros e omissões é evidente e, tanto mais grave, incompreensível à luz do profuso debate público em torno destas questões e dos condicionalismos impostos pela nossa participação na União Europeia e na Zona Euro, em particular.
José Sócrates, o ainda Primeiro-Ministro e a pessoa que exerceu tal função nos últimos cinco anos, tem sido sustentadamente coerente na sua incoerência, verdadeiro na constante mentira, exímio na arte da ilusão.
Dele, desde cedo, os Portugueses puderam reter a certeza inabalável de que jamais hesitaria em sacrificá-los para prosseguir os seus objectivos, sem que ao mesmo tempo deixasse de prestar o seu apoio nas horas de dificuldades por que iriam seguramente passar, através do braço longo do Estado que, mais que confortar, se estende, estrangula e controla, ao serviço dos propósitos de quem manda.
Na sua petulante humildade, vimo-lo já apresentar múltiplas desculpas e explicações para inverter, sem hesitação nem decoro, inúmeros compromissos e verdades que antes dera por garantidas, jamais incluindo as suas acções e incúrias no rol de responsáveis pelo agravamento das condições económicas e sociais ou pela rotunda falha no cumprimento das metas políticas traçadas.
A ele, ao seu Governo de faz-de-conta, e ao seu extenso rol de acólitos, patrocinadores e dependentes, já lhe chamaram todos os nomes, dos publicáveis aos que constam na nova enciclopédia do calão, dos justos aos que pecam por defeito, dos que emergem naturalmente do seu catastrófico desempenho global aos que desvalorizam iniciativas meritórias concretas em alguns dos sectores-fetiche da governação.
Seja como for, algo se percebeu muito cedo. José Sócrates e o que resta do lado materialista, carreirista e Estado-utilitário do ex-Partido Socialista não servem para Governar Portugal, sendo responsáveis por algumas das maiores malfeitorias da nossa história nos tempos modernos.
A 22 de Junho de 2008, Portugal teve a oportunidade de renascer em Guimarães, com o início formal do mandato de Manuela Ferreira Leite à frente dos destinos do Partido Social Democrata.
Logo no discurso de encerramento do XXXI Congresso do Partido, a líder eleita frisou dois ou três pilares do discurso com que pautou o seu mandato e com que se apresentou às eleições legislativas de 27 de Setembro de 2009: o alerta para a “situação de emergência social”, a agenda de acção para “dar resposta aos focos de pobreza e apoiar os novos pobres”, a crítica à “vaga avassaladora de propostas de infra-estruturas que o Governo anuncia e de que o País nem sempre carece e para as quais manifestamente não tem dinheiro”, o compromisso de apoio “às pequenas e médias empresas que suportam o tecido empresarial”.
Mas este país não é para “velhos”. Nem para gente séria. Nem para quem fala verdade por menos simpáticas que as palavras possam parecer.
Aconteça o que acontecer com a aprovação do paupérrimo Orçamento de Estado para 2011 [cujo destino se desconhece na altura em que se concluem estas linhas], mas cujo conteúdo é quase irrelevante face às adversidades que o País enfrenta e ao escrutínio dos olhares internacionais, os portugueses podem ter duas certezas.
A primeira, é que o seu destino próximo só aparentemente vai continuar a ser traçado no Palácio de S. Bento ou na Assembleia da República, mesmo que o FMI queira conter custos e opte por não deslocalizar alguns quadros para o nosso País no imediato.
A segunda, é que esse futuro vai ser bem pior que o presente de sacrifícios com que já se deparam e muito pior que aquilo que seria se não se deixassem levar por canções de embalar.
Lamentavelmente, não são só os néscios que “pagarão a crise”. Somos todos nós.
E os que se nos seguirão.
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Ricardo Rio
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10:11
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Debates especializados
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Miguel Noronha
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Quarta-feira, 27 de Outubro de 2010
A grosseria
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Paulo Tunhas
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A balbúrdia da bancada socialista
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Nuno Gouveia
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Soou a primeira trombeta do apocalipse
Como podem verificar no quadro acima, a falta de acordo entre o PSD e o governo provocou a queda das bolsas em todo o mundo. Para além do mais relembro que está em risco a vida deste lindo gatinho.
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Miguel Noronha
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17:07
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Nem tuda na vida é orçamento
Convém não esquecer a corrupção ao nível ministerial.
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Miguel Noronha
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16:31
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A aparência de negociação
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Carlos Botelho
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Virar a mesa
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Pedro Pestana Bastos
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Combate de Blogs - nº 26
Antes do colapso das negociações entre o Governo e o PSD, a bomba do dia (ou da noite) era a disposição confessada do Tomás Vasques para votar em Cavaco Silva. Ora espreitem lá.
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Miguel Morgado
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15:42
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Os outros

Manuel Alegre comentou o anúncio ainda antes de feito, repetindo o erro de Soares e do PS há cinco anos- fazer campanha contra a imagem prefixa de Cavaco que têm nas suas cabecas e não contra o Cavaco em que votaram os portugueses. Não aprenderam nada, mas esqueceram muito. Por exemplo, as razões da derrota. Nos próximos meses, lá vamos ter de ouvir os despautérios rituais: de um lado, a incultura, o autoritarismo, a visão economicista e a metafórica angariação de criancinhas de Cavaco; do outro, o passado antifascista, a poesia, as naus de velas enfunadas e a defesa do Estado social de Alegre. Vai ser duro, pois vai.
A retórica de Alegre é compartilhada por Francisco Lopes, que tem, porém, o olhar um pouco alienado - adjectivo de ilustre raiz marxista, atenção - de quem está sempre à espera de uma pergunta sobre a Coreia do Norte e não sobre as presidenciais portuguesas. Cavaco, como não podia deixar de ser, é um lacaio dos "interesses económicos" (ah, que saudades do "grande capital" de outrora...), no que acompanha todas as instituições do mundo ocidental.
Já Defensor Moura, bem mais surpreendente, criticou o Presidente da República por não falar da regionalização, o que faz tanto sentido como criticá-lo por não falar do teorema de Pitágoras. O mais estranho é que o deputado socialista parece acreditar que a regionalização dá votos.
Quanto a Fernando Nobre, não me lembro do que disse, mas estou certo que o Dr. Soares vai voltar a dizê-lo nos próximos dias.
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Pedro Picoito
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15:40
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Sem título
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Eugénia Gambôa
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O inevitável
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Alexandre Homem Cristo
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14:44
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Sem Futuro
Perante o espectáculo deprimente que PSD e PS, Coelho e Sócrates, têm proporcionado ao país desde, pelo menos Agosto último, espectáculo agora agravado pela incapacidade de negociarem um orçamento aceitável, já não digo para os portugueses, mas ao menos para as duas direcções partidárias, o futuro dos "líderes" dos dois maiores partidos portugueses é, no mínimo, lúgubre. Afinal, os portugueses não só já não os percebem como, e não tardará muito – tal acontecerá no dia em o FMI fizer a sua aparição –, os passarão odiar.
Visto isto, e perante tamanha mediocridade de liderança e a tamanha política de terra queimada lançada por Coelho e Sócrates, é óbvio que PS e PSD só podem pensar ganhar eleições legislativas no próximo ano caso escolham novas lideranças. Quem o fizer de forma mais genuína e convincente terá vantagem e, provavelmente, preparará o orçamento de 2012. É tudo o que tenho para dizer.
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Fernando Martins
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14:25
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Sem limites
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Paulo Tunhas
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11:29
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Menos mal
ADENDA: Será que o camarada Jerónimo também vai pedir desculpa por estas declarações?
ADENDA2: A Público esclarece parcialmente a minha dúvida. Parece que a notícia do i não eram lá muito exacta.
ADENDA3: Segundo o DE, Passos Coelho fará uma declaração às 20h00. Julgo que não era necessário esperar tanto mas compreendo que queira apanhar a abertura dos telejornais. Espero que não seja para anunciar a abstenção. Após todo este processo não me parece que exista grande justificação para o PSD tomar essa posição.
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Miguel Noronha
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A melhor notícia da semana
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Pedro Pestana Bastos
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Não contem comigo

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Miguel Noronha
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Muito mau
Sinceramente, espero nos próximos dias (horas?) pedir-vos desculpa por me ter precipitado ao escrever este post.
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Miguel Noronha
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Terça-feira, 26 de Outubro de 2010
Noutros tempos
Escuta da PIDE a Sá Carneiro
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Paulo Pinto Mascarenhas
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Este país não está para poesias
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Paulo Pinto Mascarenhas
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Arranque em força na Internet
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Nuno Gouveia
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A última previsão

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Pedro Pestana Bastos
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Will someone please shut Krugman up
Professor Krugman suggests that Britain has nothing to fear from excessive public debt, which is still as things stand below its long run historical average. He’s technically right about this, but like a lot of statistics used to support a particular, ideological position, it’s completely meaningless. Looking at the path of UK public debt as a percentage of GDP, there have indeed been quite long periods when it has been much higher than it is now, but these periods mainly coincided with prolonged and all embracing war – first the Napoleonic wars, then later the Boer war and the first world war. Britain had barely recovered from the financial consequences of the first world war by the time the second world war hit.The big point missed by those who think elevated public debt doesn’t matter is that these periods of excessive debt utterly crippled the UK economy. Indeed, Britain’s decline through the twentieth century as an economic superpower directly correlates with increased indebtedness.
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Miguel Noronha
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13:05
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A Queda
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Alexandre Homem Cristo
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Transparência
(...) While none of the countries scoring poorly in previous surveys have yet to meet best practices for budget transparency, they have been able to expand transparency by implementing simple, low-cost measures — demonstrating that the achievement of budget transparency depends primarily on a government’s will rather than its resources. Perhaps nothing illustrates this central point more than the fact that Mongolia modestly outperforms high-income countries like Italy and Portugal. (...)
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Alexandre Homem Cristo
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11:50
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O colapso do modelo social californiano
Diz-se que em termos de tendências sociais, os EUA copiam a Europa que por sua vez copiou a California. Com um presidente americano a tentar copiar o falido modelo social europeu poucos foram os que notaram a decadência do modelo californiano.
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Miguel Noronha
em
11:41
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Hiper-sensibilidade negocial
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Miguel Noronha
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10:20
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Prémio Análise Social 2010

Fiquei a saber pelo André que o Luciano Amaral ganhou o prémio Análise Social 2010. Os meus parabéns.
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Miguel Noronha
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Grande Finale (62)
The Bridges of Madison County, Clint Eastwood, 1995
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Carlos Botelho
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Etiquetas: Grande Finale
Segunda-feira, 25 de Outubro de 2010
The p. word
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Pedro Picoito
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Presidente de Excepção
"Presidente de Excepção". Eu na Rádio Renascença.
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Miguel Morgado
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21:31
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Pois
Não veio o FMI, mas sim Chávez. Não seria melhor o FMI?
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Miguel Noronha
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17:06
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Se calhar sou eu que estou confundida
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Maria João Marques
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13:12
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Portugal não mudou em 10 anos

(via Ciência ao Natural)
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Miguel Noronha
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06:25
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Crónicas da Renascença: Uber alles
Angela Merkel disse há dias que “o multiculturalismo falhou redondamente” na Alemanha. A declaração, que parece contrariar a política seguida pelos governos alemães nos últimos anos, provocou algum escândalo. A maioria dos comentadores relacionou as palavras de Merkel com a ascensão dos partidos de extrema-direita na Europa, incluindo em países tradicionalmente favoráveis à imigração como a Holanda e a Suécia. Antes que os extremistas germânicos cavalgassem a aparente vaga de xenofobia, a Chanceler ter-se-ia antecipado.A meu ver, esta leitura ignora dois pontos decisivos.
Um é a reunificação de 1990. A Alemanha de hoje não é a mesma que nas décadas do pós-guerra acolheu milhões de estrangeiros em busca de melhores condições de vida. A união entre os dois lados do Muro de Berlim tornou o remorso colectivo pela II Guerra Mundial e pelo Holocausto parte do passado. Ao reunificar o país, os filhos do nazismo informaram a Humanidade que a sua dívida histórica está paga. O preço foi a divisão da Alemanha, a União Europeia - e o multiculturalismo. Agora, os alemães ricos querem construir uma nação com os alemães pobres. A reunificação é o fardo do homem louro. Quinze milhões de ossies depois, não sobra muito espaço para a diferença, e com crise económica ainda menos.
Outra consequência da reunificação é ter poupado a Alemanha aos problemas de identidade nacional que hoje assolam a França, a Espanha, a Itália, a Bélgica ou o Reino Unido. Uma comunidade só sobrevive se os seus membros tiverem uma consciência mínima do que os une, para além de um Estado-providência falido. Ora, enquanto os franceses discutem o que é ser francês e os britânicos discutem se a common law deve incluir a sharia, na terra da Sra. Merkel o contrato social é mais simples: a democracia e a língua. Era o que a Alemanha ocidental tinha para oferecer à sua irmã de Leste e continua a ser o que tem para oferecer aos proletários de todo o mundo. No essencial, o debate está feito há muito tempo. A única surpresa é haver quem não tenha dado por isso.
(24/10/10, com alterações.)
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Pedro Picoito
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00:07
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Domingo, 24 de Outubro de 2010
Ceci n'est pas racisme - Rein. Judenrein
Ver, aqui. Presumo que não se esteja a referir aos 1,5 milhões de cidadãos israelitas árabes (muçulmanos na sua esmagadora maioria, mas também druzos e cristãos). Apenas aos judeus israelitas . Rein. Judenrein.
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Jorge Costa
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18:06
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E se amanhã se instala na Venezuela um Estado democrático de direito?
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Jorge Costa
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17:06
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Portugal está muito perigoso
(...)
Ramalho Ortigão não poderia ser mais actual: "ordinariamente todos os ministros são inteligentes, escrevem bem, discursam com cortesia e pura dicção, vão a faustosas inaugurações e são excelentes convivas. Porém, são nulos a resolver crises. Não têm a austeridade, nem a concepção, nem o instinto político, nem a experiência que faz o estadista."
Hoje no CM
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Paulo Pinto Mascarenhas
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13:38
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Ele baterá bem da tola?
a) convocado o Conselho de Estado;
b) convocado os sindicatos;
c) os partidos;
d) as patronais;
e) ter-se-ia metido num avião para ir «sensibilizar» chefes de Estado estrangeiros,
f) governos;
g) e instituições estrangeiras;
h) «mesmo algumas empresas de rating, notação»;
i) em particular, teria batido o pé a Merkel e Sarkozy, pela ameaça de «punição política» dos «países em incumprimento da dívida, quando eles próprios já estiveram nessa situação» (nesta fase, comecei a pensar se valeria a pena continuar a ler o alucinado);
j) não seria como o actual presidente, que ainda para «aí no YouTube» a dizer que «eu não me pronuncio»;
O jornalista, porém, faz pela vida e pergunta:
É preferível, nesta conjuntura que vivemos, ter um mau Orçamento ou não ter Orçamento nenhum?
Essa é uma pergunta que eles vão ter de decidir. (...) Eu, na situação em que estou, tenho dificuldade em dizer. Acho que há dramatização a mais.
Se achar por bem, pode tentar ler o todo, aqui.
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Jorge Costa
em
13:33
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Da transparência, da ética republicana ou da porra que lhe quiserem chamar
Publicada por
Pedro Picoito
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13:15
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Estado de Direito e Estado Social
Publicada por
Miguel Noronha
em
08:42
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Não foi por falta de avisos
Não era necessário termos chegado a uma situação de pré-falência para nos apercebermos que há algo terrivelmente errado com o modelo social europeu. Só foi enganado que quis. Mas a factura vai ser paga por todos durante muitos anos.
Publicada por
Miguel Noronha
em
01:56
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Grande Finale (61)
O Polvo 4, Luigi Perelli, 1989
Publicada por
Miguel Morgado
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00:00
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Sábado, 23 de Outubro de 2010
A importância do "também"
Cavaco Silva
Publicada por
Paulo Pinto Mascarenhas
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17:54
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Uma entrevista esclarecedora
Mas é irresistível citar e sublinhar passagens (as palavras destacadas dizem muito do que vai por aquelas cabecinhas - os equívocos, as perversões):
«Não se qualificam pessoas para ficar bem nas estatísticas, como dizem alguns críticos?
Que mal é que existe em o país ter uma boa imagem? Essas pessoas preferiam que apenas 20 por cento dos adultos activos possuíssem o ensino secundário? Essa era a imagem do país.
Nessa crítica está implícita a rapidez com que todo este processo é feito.
O que há a criticar é não ter sido feito antes. Foi feito com rapidez, mas nestas coisas da educação é preciso agir com rapidez. A grande diferença é que as medidas que constam da INO foram tomadas como prioridades pelo Governo e foram associados meios para atingir estes resultados. Os centros RVCC já existiam, assim como o ensino profissional, a formação de adultos... Porque é que não produziam resultados? Porque faltava a prioridade política, os meios e a massa crítica. Com aquele ritmo levaríamos 60 anos, neste momento, são precisos menos de dez anos para convergir com a Europa. Há movimentos que ocorrem numa grande velocidade.
(...)
Porque é que não se fez antes esta mudança?
Porque há um factor social muito forte que tem a ver com o valor dos diplomas escolares. São muito valorizados. A democratização de acesso implica verdadeira abertura social e de mobilidade, o que cria pressão junto de determinadas elites que não deixaram de reagir. Há uma democratização mal tolerada do acesso aos diplomas escolares.»
"Pensam" assim as pessoas que decidem matérias tão sensíveis e fundamentais. Nem é preciso dizer mais nada, pois não?
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Carlos Botelho
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11:50
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Sexta-feira, 22 de Outubro de 2010
A ver
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Paulo Pinto Mascarenhas
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23:29
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Saudosistas
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Nuno Gouveia
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16:12
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Fiasco geral
Depois de ontem o Financial Times ter anunciado ao mundo a probabilidade de Portugal ficar este ano aquém da meta orçamental, não obstante as medidas calamitosas como a absorção do Fundo de Pensões da PT, é agora o The Economist, revela-me o camarada Alexandre, a dar conta do horror. Começa assim:Os matadores espanhóis matam os touros na arena; os portugueses abatem-nos depois do combate.
E vai neste tom humilhante até ao fim. Depois de uma visão algo benevolente sobre a natureza das medidas propostas no orçamento, prossegue: Que uma recessão se seguirá ao aperto orçamental, parece óbvio a toda a gente, excepto ao Governo, que projecta um crescimento de 0,2%, depois de 1%, este ano. E, porém, foi em nome do crescimento que Mr. Sócrates resistiu obstinadamente a mais drásticas medidas até ser forçado a emendar a mão pelos mercados. (Coisa, aliás, de que o idiota que temos por primeiro-ministro se ufanou no New York Times).
Leiam o resto, e agradeçam a Sócrates a última performance para o descrédito total. E, depois, culpem o PSD, a tia, o papagaio, o BCE e a dentadura dos mercados pelo fiasco final.
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Jorge Costa
em
12:20
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Innovare, innovazione, novità
Está bem.
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Jorge Costa
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11:32
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O quadradinho
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Paulo Tunhas
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10:11
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Jogo perigoso
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Pedro Braz Teixeira
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09:33
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Bons sinais
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Maria João Marques
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00:09
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Grande Finale (60)
Uccellacci e uccellini, Pier Paolo Pasolini, 1966
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Carlos Botelho
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00:00
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Etiquetas: Grande Finale
Quinta-feira, 21 de Outubro de 2010
Quando o simulacro sai à rua
É um género: a sua farronca e insolência de valentão de feira manifesta-se para com aqueles que não podem responder-lhe à letra, mas, posto perante a denúncia das suas misérias, foge sorrateiramente revelando a abjecção donde nunca devia ter saído.
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Carlos Botelho
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22:46
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Frases que impõem [muito] respeito (como diz o outro...)
“O cangalheiro que seja Sócrates. Foi ele quem nos levou para as portas da morte.”
Luís Filipe Menezes in Público.
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Fernando Martins
em
21:36
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Onde cortar na despesa
Por fim uma nota às críticas que li e ouvi a este projecto. Estamos sempre a queixar-nos que os partidos não ouvem as pessoas nem ligam nada ao que elas dizem. Estamos sempre a dizer que os partidos estão afastados das pessoas e decidem tudo nas suas costas. Não terá sido esta uma forma de combater esse afastamento, que de facto existe, promovendo a aproximação entre cidadãos e partidos? Mais iniciativas deste género é o que a nossa vida político/partidária necessita.
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Nuno Gouveia
em
21:32
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Novas surpresas? Não seriam surpresa (ii)
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Jorge Costa
em
19:52
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Governo leva ao Parlamento revogação da exoneração de Américo Tomás
Parva seria a pergunta: mas qual é o sentido disto?, como se, em princípio, os programas e as iniciativas do Governo tivessem de ter sentido. Em qualquer caso, a bisca lambida, que tem o mesmo efeito, não requer tanto engenho, que diabo, poupem-se!
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Jorge Costa
em
19:19
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Eduardo Catroga
Um homem honesto, capaz, um bom cidadão: um homem de confiança, que foi um excelente ministro das Finanças.
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Jorge Costa
em
17:11
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2001 all over again? Não!
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Maria João Marques
em
15:17
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Desperdícios (1)
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Pedro Braz Teixeira
em
12:16
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Chegados aqui, perguntamo-nos: isto é o fim de quê?
Esta tradição não resulta da má qualidade dos políticos portugueses. Resulta sim do desenvolvimento de um programa político, que está na Constituição e todos os partidos (de direita ou de esquerda) executaram aplicadamente: a construção do Estado-Providência.
Ler o resto do artigo de Luciano Amaral, aqui.
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Jorge Costa
em
12:03
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Negociar o orçamento
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Paulo Marcelo
em
10:15
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Combate de Blogs - 25º
O primeiro "Combate de Blogs" no novo horário (noites de terça para quarta às 0h30).
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Miguel Morgado
em
10:11
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Quarta-feira, 20 de Outubro de 2010
Queda livre
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Paulo Pinto Mascarenhas
em
22:54
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O PS não aceita nada que não seja um chumbo. O PR sai gravemente afectado
Portugal precisa de ter um Orçamento aprovado.
O Governo tem dito Portugal precisa de ver aprovado o OE para 2011. Todos os portugueses compreendem essa evidência. Só não vê quem não quer e insiste em insultar a inteligência dos portugueses.
O Governo acompanhou a comunicação de Passos mas a verdade é que depois de ele ter falado o país fica sem saber ao certo o que vai fazer o PSD. Hoje a incerteza do PSD continua. E essa incerteza está a prejudicar já gravemente os interesses do pais.
Nego-quê????
É, para mim, muito claro, para já, que o Presidente da República mediu mal o calibre das pessoas que tem no Governo. Empenhou o seu crédito numa solução negocial jamais desejada pelo primeiro-ministro, que aposta tudo em fazer-se empurrado, e certamente que a sua irrelevância para evitar uma crise, que sugeriu ser possível evitar com os todos os seus préstimos, sai eloquente do desfecho.
A boa solução teria sido, dirão os sábios, o PSD ter declarado desde o início (quando foi o início?) que viabilizaria sem condições. Fazer de morto. Para um regime que parece apostado em acabar depressa, não está mal visto, não senhor.
Publicada por
Jorge Costa
em
19:55
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