Por causa disto, e da forma como normalmente o assunto é debatido, ocorreu-me sugerir que, não sendo possível evitar a intromissão de inclinações afectivas no debate dos problemas públicos - não sendo sequer idealmente desejável suprimi-las -, seria, contudo, importante, não as deixar tomar por inteiro a arena da discussão. Porque, sempre que o argumento for apenas este, resta-me apenas campo para contrapropor este. Ou, então, nem sequer entrar nela.
Quarta-feira, 22 de Dezembro de 2010
Subscrever:
Enviar comentários (Atom)


2 comentários:
A questão principal é macro-económica não é emocional ou moral.
A procura é que desencadeia a oferta, numa economia monetária.
Sem aumento de procura não há aumento do bem estar.
Lindo bichano.
Enviar um comentário