Sábado, 11 de Dezembro de 2010

Acabaram as férias grandes

As férias grandes da política na Europa terminaram. O regresso parece um pavor. O caderno de encargos tem a aparência de um pesadelo (estava-se tão bem!). Mas o retorno do recalcado cobra sempre em demasia. Para uma rápida propedêutica, ler aqui Luciano Amaral.

11 comentários:

JP disse...

Engraçado. Faz lembrar um outro artigo sobre a tensão entre o Estado-nação e o futuro económico da UE.

http://www.weeklystandard.com/articles/euro-trashed_522123.html?page=3

JP disse...

Por lapso, o link aponta para a última página do artigo. São 3.

Anónimo disse...

Será que Luciano é como Ricardo Rio e Manuel Carrilho?

Anónimo disse...

Que tal a divisão do euro em diferentes áreas como tem sido proposto por vários economistas de diferentes quadrantes?

Anónimo disse...

que tal irem ver um filme em vez de fazerem de conta que filosofam?

Banda in barbar disse...

ou então um processo de emissão monetária que reduza o valor do euro....e essa pequena prova de confiança na moeda

que faz a reserva federal imprimir
6 mil milhões de Benjamin's Franquelin's ou seus equivalentes

a falta de visão num conjunto económico maior que os E.U.A
leva a não se emitir uns míseros 5 ou 6% da massa monetária existente

que traria inflação e outras desgraças mas estabilizaria por uns anos mais esse espaço impar desde o império romano

que é a zona euro e o seu novo sestércio

Anónimo disse...

Barbar, estabilizaria como? Claro que deixávamos de ter os nossos problemas e o financiamento era garantido...Pois, pois.

PMP disse...

A ignorância de muitos politicos europeus levaram a aceitar uma construção para o Euro que é inviável numa recessão económica.

A arrogância de alguns politicos actuais Alemões e seus aliados que preferem continuar com o dogma/mito do "sound money", e que está a impedir que o BCE mantenha os juros dos PIIGS dentro abaixo dos 6%, vai acabar por se virar contra eles próprios, quando toda a europa estiver em recessão.

Banda in barbar disse...

mas estabilizaria por uns anos

no curto prazo evitaria o colapso financeiro europeu

pois o que foi feito apenas
retarda até 2011 novos problemas

e a diminuição de consumo de algumas dezenas de milhões de europeus

também não melhorará o panorama

europeu actual

Anónimo disse...

Só lembrar que a maioria dos Países Europeus não se conseguiram controlar mesmo com a bolha que criaram a aumentar as receitas dos impostos exponencialmente...

lucklucky

Manuel Brás disse...

A situação é realmente... impossível (para o mexilhão, claro)

Perante este turbilhão
de razões mal esgalhadas
o nosso pobre mexilhão
fica em rochas falhadas.

Nestes anos decadentes,
difíceis de afigurar,
os mexilhões tão prudentes
estão prestes a estoirar.