Mais um leilão de dívida (desta vez de curto prazo) mais um aumento brutal nas rentabilidades exigidas. Um valor que se aproxima do que pagavamos pela dívida a 10 anos em meados do ano e (mais importante) muito próximo do que nos será cobrado caso tenhamos que recorrer ao Fundo Europeu de Estabilidade Financeira. De revelar também a redução na procura apesar grande aumento dos yields. Mesmo em prazos curtos, é cada vez menor a capacidade nos financiarmos.
Quarta-feira, 17 de Novembro de 2010
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