Esta parece ser a conclusão de um estudo da Universidade do Texas. Segundo estes investigadores, os abstémios morrem mais cedo que as pessoas que bebem álcool, especialmente aquelas que o fazem moderadamente. Um conselho a seguir?
Terça-feira, 31 de Agosto de 2010
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13 comentários:
POIS É!
Aí há bem uns dez anos li uma notícia sobre um estudo (li a notícia, não o estudo) feito com uma amostragem de 22.000 funcionários hospitalares americanos, durante mais de dez anos, em que se concluía que o álcool etílico era benéfico para o sistema cardiovascascular independentemente do "veículo" (cerveja, vinho, vodka, gin, etc.) utilizado e desde que o consumo não fosse excessivo.
Por acaso sempre achei isso; até porque me fica bem uma justificação para os copos que costumo beber quase diariamente. Religiosamente, já agora.
A decisão de beber ou não, depende de características pessoais não observáveis que os autores não controlam.
Portanto: não.
estamos todos de parabéns.
Claro que sim!
Esta é uma notícia que nos enche de felicidade :)
Um estudo não diz absolutamente nada, e a revista nem tem um factor de impacto elevado. Qualquer metanálise demonstrará sempre o contrário. Portanto, mantêm-se que apenas reduzidas quantidades de vinho tinto, repito, vinho tinto, poderão levar a um aumento da esperança média de vida.
Cidadãos saudáveis saem mais caros do que obesos e fumadores
Combater a obesidade e o tabagismo pode salvar vidas mas não poupa dinheiro, revelaram hoje investigadores, assinalando que acaba por sair mais caro cuidar de uma cidadão saudável que viva muitos anos.
Ou seja, o estudo holandês - publicado no boletim da Biblioteca Pública da Ciência Médica - mostra que, se uma pessoa viver mais anos, torna-se mais dispendiosa para o Estado.
No âmbito do estudo foram criados modelos para simular a longevidade de três grupos: os saudáveis, os obesos e os fumadores.
Os investigadores concluíram que, entre os 20 e os 56 anos, os obesos são o grupo que mais caro sai ao Estado. Porém, como os obesos e os fumadores morrem geralmente mais cedo, acabam por ser menos «pesados» para os Governos do que os cidadãos saudáveis, que vivem mais anos.
Por exemplo, se um fumador contrair cancro do pulmão, ele morre dentro de pouco tempo, enquanto se viver muitos anos pode vir a sofrer de Alzheimer, doença de «longo prazo» que fica mais cara ao sistema.
As conclusões contrariam o discurso político de que a obesidade iria custar milhões de euros aos Estados nos próximos anos mas, mesmo assim, a Associação Internacional para o Estudo da Obesidade defende que a doença deve continuar a ser combatida pela sua gravidade, ainda que possa não ter o impacto económico que se imaginava.
Diário Digital / Lusa
05-02-2008 0:10:00
Estou a imaginar as possíveis e terríveis ilações que podem ser retiradas de tais conclusões por parte de algum político "iluminado"...
Podem estar a pensar em campanhas para fumar, engordar, beber, entre outras coisas, mas que afinal são apenas para o bem comum. Ou seja se morrermos mais cedo podemos terminar com múltiplos problemas como o desemprego, a falência da Segurança Social e consequentemente das pensões de reforma.
No fim de contas para quê medicamentos, ser responsável ou ter atitudes de prevenção? Será que a longevidade é afinal o grande problema da nossa Sociedade? Pode estar a avizinhar-se um novo paradigma na Saúde...
Seria benéfico que estudos similares pudessem ser feitos sobre a marijuana ou a cocaína.
Qual é a vantagem de se viver muitos anos? Andar cá mais tempo a chatear (financeiramente e não só) os outros?
Mais vale morrer cedo (por volta dos 70 anos, digamos). É melhos para o próprio e para a sociedade.
Os dois últimos comentários deste post são um vómito.
Não sei que idade terão os nossos amigos que defendem a ideia da morte obrigatória aos 70 anos. Se como eu penso,não tiverem ainda o patamar dos 35, 40 anos,devem sentir-se muito felizes porque ainda lhes sobra algum tempo,digo eu. Não tenho os tais 70 anos e não creio que lá chegue,mas,pelo caminho que "as coisas" levam,cá por Portugal,muito sorte terão os que chegarem aos 50. Sobre o vinho,tinto claro,sou apreciador muito moderado,mas conheci quem o bebesse de forma bastante imoderada,só tinto nada mais,e morresse com 93 anos...e por causa do tabaco,que consumia na ordem dos 5 maços de mata ratos (HigLife) por dia. Por isso,aos eutanaziadores compulsivos,digo para terem calma e senso. Aos que defendem as piélas grandiosas do tinto...bebam mas devagar e siso.
Lavoura,
Olhe que o tempo passa depressa e está aqui está lá...
Para alguém menos esclarecido...
Citei o artigo com um sarcasmo... Obviamente não partilho de algumas conclusões sórdidas que dele poderiam advir
http://saudeeportugal.blogspot.com
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