Quinta-feira, 15 de Julho de 2010

A Proposta


Nos termos da Constituição o Parlamento não pode ser dissolvido antes de Março de 2011.

Mesmo que o Parlamento seja dissolvido após a tomada de posse do novo PR, por força dos prazos constitucionais só será possível realizar eleições em Junho de 2011.

O país está à beira da falência e Portugal é neste momento o uníco país da UE cujo governo não é suportado por uma maioria parlamentar.


Paulo Portas e Passos Coelho não devem integrar o Governo, mas ambos os partidos devem participar numa grande coligação de salvação nacional.

No estado em que estamos, é uma proposta que revela noção do que verdadeiramente se está a passar.

7 comentários:

floribundus disse...

esta coisa necessita urgentemente de tutela exterior

tric disse...

se o pais nao aceita uma proposta de PURO BOM SENSO e que vem de encontro ao que Portugal necessita sem perder mais tempo...entao elites nacionais so mereciam um destino...FOGUEIRA!! ( aplicando-se o principio da reciprocidade, andam a queimar os portugueses...o novo lema dos Tanguista PSD Socretino- quanto pior, melhor...

Inconveniente disse...

não chega um governo de coligação PS / PSD para "salvar" o País?

Anónimo disse...

"No estado em que estamos, é uma proposta que revela noção do que verdadeiramente se está a passar."

Infelizmente não revela. O PSD e o CDS dizem que os Estado tem de cortar 20% em todos os seus gastos?

lucklucky

Anónimo disse...

O Botelho e a maltosa da linguagem nunca é neutra, já espumam de raiva!!! Mesmo que estivesse tudo morto de fome nunca se poderia adiar a política.

Anónimo disse...

ACHO QUE E UMA PROPOSTA QUE VAI FAZER CAMINHO NOVE MESES ORÇAMENTO.

O PSD NUNCA FARÁ NEM EM COLIGACAO O QUE E NECESSARIO. PORTAS ESTEVE BEM E NOS PROXIMOS MESES VAI ESTAR EM CIMA DA MESA.

Nuno disse...

Lá vai Portugal bater no fundo, raspar no fundo, rasgar o frágil tecido social. Vamos guardar porcos, vamos descer.

Depois, teremos muito mais trabalho para compor a nossa sociedade.

É, portanto, lúcida a proposta de Portas e desprezíveis as respostas do PS e do PSD.