Sábado, 17 de Abril de 2010

Nunca Me Enganaste

10 comentários:

Paulo Gorjão disse...

Explique isso, por favor, a MFL.

Anónimo disse...

Que hipocrisia! Quem andou a achar que os lugares de deputados pertencem ao líder foi o vosso filósofo da Marmeleira e a Sr.ª Azeda o Leite, impedindo que os opositores internos pudessem ter acesso aos mesmos. Coisa que o Paulo se limitou a apontar, mostrando bem como um discurso de ruptura pseudo-elitista acaba muitas vezes por funcionar contra quem o pratica.

Anónimo disse...

Perdão, o cónego da Marmeleira.

tric disse...

os deputados foram eleitos com o programa eleitoral da Grande Drª Manuela Ferreira Leite, logo tem compromissos maiores com o eleitorado que os elegeu do que com a actual liderança do PSD, caso contrario, serão apenas mais uns intrujas sem espinha dorsal...

JB disse...

O Paulo Gorjão evidentemente não percebe como funciona a democracia.

Os líderes partidários podem fazer as listas que bem entenderem. Respondem por isso perante o partido, como inevitavelmente veio a acontecer com Ferreira Leite.

Os deputados respondem perante os eleitores, pelo que é absurdo que se peça a demissão de um deputado por discordar do líder partidário. Só na cabecinha aparatchik do Paulo Gorjão é que isso faz sentido.

Passos Coelho quando concorrer às próximas eleições fará as listas que bem entender. Verei provavelmente o Paulo Gorjão nessa altura a solicitar post sim, post não, a exclusão Pacheco Pereira. O efeito mimético dos passistas relativamente aos abrante tudo indica que vamos assistir a isso e muito mais.

Anónimo disse...

O PSD de Passos Coelho fez chegar aos media que iríamos ter um “novo PSD”, o qual abandonaria as campanhas sujas — a favor da apresentação de medidas políticas alternativas às do Governo. Que se tem visto? Depois da anunciada revisão constitucional que fez furor no pavilhão dos Lombos, o PSD volta a pedir ao procurador-geral da República que sejam enviadas para a comissão de inquérito à compra da TVI os despachos de arquivamento das escutas ilegalmente efectuadas em Aveiro. Pacheco ainda acaba a cobrar direitos de autor.

jorge c. disse...

Tenho pena de Paulo Gorjão. Só isso. É uma pessoa triste que guarda imenso rancor da vida e projecta isso na blogosfera.

Talvez não seja mal de todo explicar-lhe por que razão Manuela Ferreira Leite, ou qualquer outro líder partidário, não tem de se sentir obrigada a escolher qualquer militante para as listas de deputados, que é uma questão de liberdade das direcções dos partidos. Não sei se ele está familiarizado com o conceito.

FNV disse...

Curioso. JPP e outros saíam. Depois, se o PSD mudase de líder , entravam outra vez.And so on.
Muito instrutivo.

Anónimo disse...

O vulcão islandês também é uma conspiração de Sócrates, tal como a operação contra a ETA. E a morte do polaco foi uma armadilha de Putin? Claro...Claro... Nada acontece por acaso. No caso da Islândia deve haver um dedo das empresas ligadas ao TGV...Claro...

Álvaro Pires disse...

Gorjão é, seguramente, um dos maiores democratas do reyno.
Bate em quem lhe dá na gana, mas quando alguém, na caixa de comentários, tenta responder-lhe, recorre abundantemente à velha solução salazarista: corta!
Não seria mais adequado imitar o blasfemo CAA?