Quinta-feira, 18 de Fevereiro de 2010

Sobre o PGR

Não nos enganemos. Em democracia, em qualquer democracia, o cargo de procurador-geral da república, ou o seu equivalente noutras repúblicas ou monarquias, é essencialmente político. Mas apesar disso deve ser exercido com o módico de independência. As declarações de Pinto Monteiro publicadas hoje na Visão, e que diversos media têm reproduzido, mostram que o procurador-geral da república portuguesa é político mas não é independente. Apenas para que conste e apesar de Cunha Rodrigues não ser o primeiro nem certamente o último a fazer da sua independência uma farsa.

2 comentários:

Anónimo disse...

Um episódio trágico para a democracia, este da Visão de hoje.

Lidador disse...

Cunha Rodrigues???