Quarta-feira, 3 de Fevereiro de 2010

O mais extraordinário


O mais extraordinário no "caso Mário Crespo" é que ninguém duvida da sua veracidade. Os defensores de Sócrates põem em causa as fontes, os métodos e as intenções do jornalista, mas não que a tal conversa no buffet possa ter ocorrido.
O que diz muito do Primeiro-Ministro e do que esperamos dele.
Alguém imagina Sá Carneiro, Soares ou Cavaco, aos berros num restaurante, a queixar-se dos jornais e das televisões?

7 comentários:

Anónimo disse...

Soares e Cavaco não são tiranos e Sá Carneiro nunca o foi.

Anónimo disse...

Picoito não infira da realidade o que ela não expressa.

A veracidade do escrito de Crespo é desmentida pelo seu próprio chefe, Nuno Santos.

Logo...

Pedro Picoito disse...

Não. O Nuno Santos não diz que a conversa não aconteceu: diz que não aconteceu como Mário Crespo a conta. Logo...

Anónimo disse...

O Nuno Santos não desmente o essencial. O resto são pormenores sem interesse.

Anónimo disse...

Compreenda, Picoito:

Não se pode inferir de uma sopa de letras um poema de Byron...

Logo o essencial não é a possibilidade da ocorrência da conversa mas o conteúdo objectivo da mesma.

E é precisamente aí que Nuno Santos desmente Mário Crespo. E isso, como bem sabe, faz toda a diferença.

Logo, pretenderá dar o «passo em falso» seguinte, apodando Nuno Santos de mentiroso e de «yes man» de Sócrates?...

Pedro Picoito disse...

Que eu saiba, Nuno Santos não desmentiu a conversa, nem o "conteúdo objectivo", nem os intervenientes. Só disse que não estava à mesa com Sócrates (o que já se sabe). Acho que estava a comer uma sopa de letras com esse tal Byron.

Anónimo disse...

Soares??? muitas vezes!!! informa-te que não te custa nada e vais ver que isto é genético ao ps, apenas o actual bandalho tem menos jeito para disfarçar. Crescerem a ver isto e pior a soares e almeida santos e outros, por isso acham-no normal.