Quinta-feira, 14 de Janeiro de 2010

Mais um evento jugular, portanto

Só não percebi o que é que a Maria Teresa Horta lá estava a fazer.

8 comentários:

Laura Alves disse...

Compreensão lenta?!

Há 30 anos deverias ser mulher em Portugal, para experimentares na pele o sexismo boçal naturalizado na vidinha tradicional portuguesa.

Pedro Picoito disse...

Isso é uma calúnia! Há 30 anos que experimento o sexismo na pele!

Textículos disse...

Tem imensa piada, a mesma página de jornal com a reportagem da marcha feminista, anunciar bares, boites e dancings.

Anónimo disse...

A Laurinha dança?

Anónimo disse...

Eu não percebi foi o que é que o Vale e Almeida estava lá a fazer? Também fez parte do núcleo fundador do movimento feminista? Também andou sem soutien?
Expliquem-me, por favor, pois sou de compreensão lenta.

Anónimo disse...

Esqueci-me de assinar:
Vaso Morgado

Anónimo disse...

texto censurado pelos fascistas apartheidescos do Cachimbo (especialmente o boçal Jorge Costa):

Pequena lição de História do Médio Oriente para ignorantes nazi-sionistas e neo-coneiros…

Os palestinianos são a população autóctone da Palestina, pelo menos há 4.000 anos. A sua religião maioritária até aos finais do séc. I foi o judaísmo, passando depois a ser o cristianismo (em todo o Médio Oriente e norte de Africa). Houve um fenómeno duplo de conversão religiosa (cristã) e de aculturação (helenística) que se repetiu seis séculos mais tarde, passando então a religião maioritária a ser o islão e a cultura a árabe. MAS O POVO É E FOI SEMPRE O MESMO. Só os ignorantes é que desconhecem o fenómeno da aculturação e imaginam que os “árabes” vieram todos de Meca !!! Meca era uma aldeia com umas centenas de beduínos… que não podiam povoar o vastíssimo império árabe do Indo aos Pirinéus. Os povos desses territórios não mudaram. Só que se converteram ao islão e assimilaram a cultura e lingua árabes. Também não foram os cidadãos de Roma que povoaram o também vastíssimo império Romano, mas os autóctones que se romanizaram a adoptaram o latim como lingua…Elementar…
Mas há mais… É que a maioria (90%) dos judeus de hoje, os askenazis nem sequer são semitas e oriundos, mesmo longinquamente da Palestina !!! Só a minoria sefardita pode invocar esse parentesco longínquo: são semitas, mas magrebis e não palestinianos ou médio orientais (vieram com os árabes para a península em 711 com Tarik, ele próprio ex-judeu convertido ao islão após a conquista árabe do Magrebe, onde antes havia um reino berbere judeu).
Mas os palestinianos de hoje é que são os descendentes directos dos habitantes da Palestina do tempo de Cristo. O povo é ETNICAMENTE o mesmo. É semita. Só a religião dominante mudou duas vezes em 2.000 anos. E não perdem o parentesco de sangue pelo facto de os seus antepassados se terem convertido sucessivamente ao cristianismo e ao islão. Foram judeus (que é religião e não comunidade étnica) mas já não são. Mas continuam a ser semitas palestinianos. Sempre.
Os askenazins de pele e olhos claros são descendentes dos turcos khazares do antigo império Khazar, convertido ao judaísmo (séc VII-X) na região do Cáucaso, Ucrânia e Casaquistão (hoje), que foram depois empurrados pelos mongóis para a Polónia e Lituânia, berço dos askenazins medievais e dos quais descendem 90% dos judeus actuais e dos israelitas judeus. Não são semitas e NADA têm a ver com a Palestina. Também os filipinos são católicos e nem por isso têm a ver etnicamente com a terra de Jesus. Elementar…
Ver, v.g., a obra de Arthur Koestler, judeu askenazin, “a 13ª Tribo” onde tudo está explicado…

Euroliberal

Pedro Picoito disse...

A que propósito é que isso vem?