No sítio do costume, Fernanda Câncio faz a única pergunta que interessa sobre o mais célebre incidente da legislatura: afinal, o que é que Manuel Pinho queria mesmo dizer com a exibição parlamentar dos simbólicos apêndices?
Confesso que também não sei. Mas, para que esta questão decisiva para o futuro da democracia portuguesa não fique sem resposta, o Cachimbo vai organizar de imediato um inquérito aos seus leitores (como aqueles que o Daniel Oliveira faz para perceber o que se está a passar no Irão e nas Honduras, só que com mais hipóteses de escolha).
Ei-lo:
Os corninhos que Manuel Pinho fez ontem no Parlamento ao deputado Bernardino Soares têm o seguinte significado:
1- O Ribatejo será nosso, camarada.
2- À mulher do Czar não basta ser séria, é preciso parecer.
3- Também não sei se a Corneia do Norte não será uma democracia.
Podem votar nos comentários. (E a Fernanda e o Daniel não precisam de me agradecer.)



8 comentários:
Cornuto!
Outra hipótese: "Fica combinado: encontramo-nos mais logo à porta do Campo Pequeno para ir à corrida".
"Irra homem! Se não se cala com a cassete, só mesmo à cornada!"
Voto na 1.ª hipótese.
Coitado do Bernardino. Agora até já lhe chamam Machado...
Acho mal o ministro ter investido sem antes o "inteligente" ter assegurado que o mesmo não estava "em pontas".
Ainda alguém se magoa...
Pois é: Soares e não Machado. Ora aqui está um lapsus linguae muito revelador.
Acho que foi mais lapsus calami, não?
Ou, quem sabe, lapsus teclae...
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