Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

Inquérito sobre a hermenêutica dos corninhos


No sítio do costume, Fernanda Câncio faz a única pergunta que interessa sobre o mais célebre incidente da legislatura: afinal, o que é que Manuel Pinho queria mesmo dizer com a exibição parlamentar dos simbólicos apêndices?
Confesso que também não sei. Mas, para que esta questão decisiva para o futuro da democracia portuguesa não fique sem resposta, o Cachimbo vai organizar de imediato um inquérito aos seus leitores (como aqueles que o Daniel Oliveira faz para perceber o que se está a passar no Irão e nas Honduras, só que com mais hipóteses de escolha).
Ei-lo:
Os corninhos que Manuel Pinho fez ontem no Parlamento ao deputado Bernardino Soares têm o seguinte significado:
1- O Ribatejo será nosso, camarada.
2- À mulher do Czar não basta ser séria, é preciso parecer.
3- Também não sei se a Corneia do Norte não será uma democracia.
Podem votar nos comentários. (E a Fernanda e o Daniel não precisam de me agradecer.)

8 comentários:

Manuel Pinheiro disse...

Cornuto!

João Pedro disse...

Outra hipótese: "Fica combinado: encontramo-nos mais logo à porta do Campo Pequeno para ir à corrida".

Diogo disse...

"Irra homem! Se não se cala com a cassete, só mesmo à cornada!"

Paulo Marcelo disse...

Voto na 1.ª hipótese.

Juscelino Pinoca disse...

Coitado do Bernardino. Agora até já lhe chamam Machado...

100anos disse...

Acho mal o ministro ter investido sem antes o "inteligente" ter assegurado que o mesmo não estava "em pontas".
Ainda alguém se magoa...

Pedro Picoito disse...

Pois é: Soares e não Machado. Ora aqui está um lapsus linguae muito revelador.

Juscelino Pinoca disse...

Acho que foi mais lapsus calami, não?
Ou, quem sabe, lapsus teclae...