Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

In Money We Trust


(Posso ser "simplista", posso?) Pois, há certas "culturas" que dão muita importância ao dinheiro, que se importam com ele. São "materialistas" e tal. (Nem é preciso ler o Max Weber.) Não gostam que se brinque com o dinheiro. Para mais, quando se trata do dinheiro dos outros. Feitios.
Noutras paragens, como se sabe, as coisas já não são bem assim.

2 comentários:

Anónimo disse...

simples e completo
cá no Portugal dos pequeninos nem daqui a 100anos.

JB disse...

1) A responsabilidade da morosidade extrema dos tribunais portugueses é atribuível, em grande medida, à legislação processual portuguesa, excessivamente garantística e formal. É uma situação insustentável que exige reformas legislativas e práticas judiciais eficazes, bem como uma especialização maior dos agentes do sistema.

2) Isto posto, parece agora que penas de 150 anos por crimes de burla - por muito assombrosos que sejam - são um exemplo de justiça. Também há 37% dos portugueses que advogam a tortura como método para apanhar terroristas. Ou seja, estamos a cair no erro do 8 ou 80, como se, de repente, um modelo de justiça que já aplicou a pena de morte a centenas de inocentes, ilibados posteriormente pelo ADN, fosse exemplo para quem quer que seja. Nisto tudo há um meio termo que só se alcança com alguma racionalidade.