O Camilo Lourenço tem acertado em cheio no caso BPN, mas este trecho citado pelo André não é bem rigoroso:
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«Já ouvimos várias coisas, graves, no caso BPN. Até contradições entre governador e vice-governador (que na altura tutelava a supervisão). Mas nada tão grave como o que disse António Franco. Em condições normais, estas declarações corriam o risco de não ser levadas a sério. De tão graves que são… O problema é que elas batem certo com outras coisas que a investigação jornalística apurou. Depois disto só faltam as demissões...»~
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Não é rigoroso por uma razão: o que Miguel Cadilhe já dissera no Parlamento é praticamente insuperável em termos de "gravidade". E as consequências dessas suas acusações, a serem verdadeiras, iriam muito além de demissões no Banco de Portugal. Eu ainda estou à espera da reacção. De alguma reacção. De qualquer reacção.


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