Tal como referi aqui há dias, há uma esquerda desempoeirada, talvez moderna, mas seguramente irreverente e rebelde, que escreve coisas imensamente interessantes. Tal como haverá uma esquerda desempoeirada, modernaça e irreverentemente rebelde que gosta de as lêr. É uma questão de estilo e uma questão de gosto. E, havendo quem aprecie e assim se aprecie, tudo estará bem...!Quinta-feira, 31 de Janeiro de 2008
Escrever à esquerda (4)
Tal como referi aqui há dias, há uma esquerda desempoeirada, talvez moderna, mas seguramente irreverente e rebelde, que escreve coisas imensamente interessantes. Tal como haverá uma esquerda desempoeirada, modernaça e irreverentemente rebelde que gosta de as lêr. É uma questão de estilo e uma questão de gosto. E, havendo quem aprecie e assim se aprecie, tudo estará bem...!
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Sobras de emails: Romney
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Uma correcção
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McCain
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Straight Talk Express Next Stop: White House?
John McCain e Mitt Romney na Ronald Reagan Presidential Library (Foto: Monica Almeida/The New York Times).
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E agora os secretários de Estado...
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Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2008
Quero dizer aos portugueses
«Quero dizer aos portugueses que entendo a mensagem que quiseram dar-nos (...). Quero dizer aos portugueses que recebi e entendi perfeitamente o sinal que nos transmitiram», disse José Manuel Durão Barroso a 13 Junho de 2004. Quinze dias depois anunciou a sua demissão para assumir o cargo de presidente da Comissão Europeia.
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Críticas de Alegre e receio de Sócrates: uma leitura complementar
O post de Pedro Correia a que me refiro é este. Sobre Manuel Alegre, escrevi alguns posts que talvez se justifique a sua repescagem: aqui (1.2006), aqui (2.2006), aqui e aqui (10.2006), aqui e aqui (7.2007).
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O desencanto que cresce
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Em Hollywood não se faria melhor
«We are all conscious in this Parliament, or we should be, of the way in which the job of First Lord of the Treasury evolved in Britain, steadily developing a grip over Cabinet Departments previously independent of it, and developing into the post of Prime Minister.The creation of that job took many years—and the Prime Minister probably feels that it took almost as long to get round to his turn to hold it.
But to see how the post of a permanent President of the European Council could evolve is not difficult even for the humblest student of politics, and it is, of course, rumoured that one Tony Blair may now be interested in the job. If that makes us uncomfortable in these benches, just imagine how it will be viewed in Downing street! and I must warn Ministers that having tangled with Tony Blair across the Dispatch Box on literally hundreds of occasions, I know his mind almost as well as they do. I can tell them that when he goes off to a major political conference of a centre-right party and simultaneously refers to himself as a socialist, he is on manoeuvres, and is busily building coalitions as only he can.
And we can all picture the scene at a European Council sometime next year. Picture the face of our poor Prime Minister as the name "Blair" is placed in nomination by one President and Prime Minister after another: the look of utter gloom on his face, the nauseating, glutinous praise oozing from every Head of Government, the rapid revelation of a majority view, agreed behind closed doors when he, as as usually, was excluded. Never would he more regret no longer being in possession of a veto: the famous dropped jaw almost hitting the table, as he realises there is no option but to join in.
And then the awful moment when the motorcade of the President of Europe sweeps into Downing street. The gritted teeth and bitten nails: the Prime Minister emerging from his door with a smile of intolerable anguish; the choking sensation as the words, "Mr President", are forced from his mouth. And then, once in the Cabinet room, the melodrama of, "When will you hand over to me?" all over again.
There is, of course, a serious point to be made. Occupied by someone with the political skill of our former Prime Minister, that post would become, in not so many years, a far more substantial one than the Government pretend. The President would be seen as the president of Europe by the rest of the world, with the role of national Governments steadily reduced and the role of national democracy and accountability steadily weakened. The naivety of Ministers, who think that by signing the treaty they are agreeing to a static constitutional position, is alarming in people with such senior responsibilities» (link)
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Manuel Pinheiro
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A felicidade tem destas coisas e os GPS às vezes não ajudam...
A 20 de Dezembro, durante o almoço de Natal com os seus ministros, o primeiro-ministro confidenciou que estava «muito feliz com a equipa» que tinha e que esperava contar «com todos» no início do próximo ano (ver aqui ou aqui).
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Escrever à esquerda (3)
É uma questão de tempo e, em democracia, também há que saber esperar...
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Gonçalo M Vassalo Moita
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Ajuda quem?
Na verdade, Sócrates não podia ter escolhido um peso pesado do PS sem correr alguns riscos - a evitar em vésperas de ida a votos. 2008 e 2009 serão anos de muitas inaugurações à conta do Ministério da Cultura. Se Sócrates entregasse a pasta a alguém como Carrilho, Alegre ou João Soares, poderia estar a alimentar um temível adversário interno no caso de um mau resultado nas próximas legislativas. Optou por um ajudante de corta-fitas (sem ofensa para os nossos vizinhos ).
O nome de Pinto Ribeiro parece também uma tentativa de acalmar Berardo, que provou ser o maior troublemaker do país nos últimos meses. Ou muito me engano, ou ainda deve haver qualquer coisa por negociar na OPA sobre o CCB vulgarmente conhecida por Museu Berardo.
A nomeação de Pinto Ribeiro para a Ajuda será o preço a pagar pelo impossível silêncio do Comendador?
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Pedro Picoito
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A remodelação que ainda vai no adro, segundo Alegre
Se a remodelação do ministro da Saúde, António Correia de Campos, pretendia apaziguar os críticos da ala esquerda do PS, José Sócrates desiluda-se de imediato. A reacção de Manuel Alegre não poderia ter sido mais clara: «preferia que [em vez da ministra da Cultura] tivesse sido [remodelada] a ministra da Educação». Ou seja, a remodelação, nos termos em que foi feita, não resolveu nada e arrisca-se a agravar ainda mais a situação do Governo.
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Não é uma remodelação, mas sim uma recomposição...
«Eu não usaria o termo remodelação, acho que é uma recomposição, a pedido dos próprios, à semelhança de outras que já ocorreram no passado», refere António Vitorino.Estas declarações parecem tiradas de uma cena cómica: remodelação? Não, recomposição! Vitorino brinca com as palavras e, mais grave, brinca connosco. Como comentador, independente, vale zero.
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Terça-feira, 29 de Janeiro de 2008
Arquive-se
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Rumo tremido
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Etiquetas: Governo, José Sócrates, PS
A Verdade
A mini-remodelação governamental desta tarde já deitou para o lixo a notícia e a espécie de debate iniciado esta manhã por causa do relatório produzido por uma ONG britânica, e no qual se sublinhava a cumplicidade portuguesa na transferência de prisioneiros (suspeitos de terrorismo), e sob a alçada da CIA, da Europa para a base de Gauntánamo. Não tenho qualquer dúvida de que há muitas verdades no dito relatório. Mas aquilo que se quer é a verdade sobre os factos relatados e muitos outros omitidos. Não é possível, nem desejável, manter esta desconfiança, por mais secretas que sejam as operações em causa. O resto é conversa.
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Fernando Martins
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A remodelaçãozinha
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Princípio de conversa
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Pausa para Publicidade
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A grelha imaculada
José Ramos Horta e Xanana Gusmão não prestam para nada. Como tal, não há nenhuma razão para poupar nos adjectivos. Invertebrado. Pateta. Maluco. Sem vergonha. Indigno. Sem carácter. É nestes termos que Pedro Sales (assessor de imprensa do Bloco de Esquerda, embora no blogue não escreva nessa qualidade, note-se) discute as declarações de cunho político -- sim, podem ser discutíveis, mas são declarações políticas -- dos dois líderes timorenses. Interrogo-me se alguém em Timor, ou em Portugal, passa com nota positiva na sua grelha imaculada de avaliação moral.
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Precários são os outros
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Etiquetas: António Casimiro Ferreira, Emprego, Nádia Nogueira Simões, Trabalho Precário
O que tu queres sei eu...
«Quando ainda falta mais de um ano para o termo da actual legislatura, mais de metade da composição inicial de deputados na Assembleia da República já mudou. De um total de 230 parlamentares eleitos em Fevereiro de 2005, 117 já suspenderam o mandato e 37 abandonaram mesmo o Parlamento» (António Sérgio Azenha, CM, 28.1.2008).
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Etiquetas: Assembleia da República
Segunda-feira, 28 de Janeiro de 2008
Do regicídio ao centenário
Enquanto não nos chega pela mão generosa da Atlântico, vale a pena ler a entrevista de Rui Ramos ontem editada pelo Público. O historiador lembra o que a investigação, sobretudo a sua e a de Vasco Pulido Valente, vêm dizendo nos últimos anos: a Primeira República, à espera de festa em 2010, foi o assalto ao poder de um partido minoritário e o uso do Estado contra a maioria. Não foi nem quis ser um regime de "todos os portugueses".
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Pedro Picoito
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Venham mais cinco
Enquanto íamos todos de fim-de-semana, o 5 Dias reforçou-se com o que havia de melhor à esquerda. Enfim, não há muito à esquerda do 5 Dias, mas vocês percebem-me.
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Pedro Picoito
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Escrever à esquerda (2)
gosto da modernidade. detesto chefes hierarquias tradições e casamento. gosto de me sentir livre fumar umas ganzas ao som do sérgio e cascar na igreja nos padres e nos meninos da católica de camisinha azul e branca ás riscas e sapatinho de marca.
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Gonçalo M Vassalo Moita
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Canadá
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Miguel Morgado
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Quem regula o regulador?
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Paulo Marcelo
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Escrito nas estrelas
Faits-divers e mais faits-divers. Soundbytes e mais soundbytes. É fácil resumir o rumo do PSD nos últimos quatro meses. Um PSD sem rumo, sem capacidade para marcar a agenda e sem crédito político. Só os crentes acreditarão que este PSD poderá vir a ser uma alternativa ao PS em 2009. O problema nem está na falta de propostas. Luís Filipe Menezes poderia ter -- mas não tem... -- as melhores propostas do mundo para apresentar aos portugueses que julgo que não faria grande diferença. Pura e simplesmente, falta-lhe o principal ingrediente na fórmula de sucesso de um político: a confiança do eleitorado. António Cunha Vaz poderia colocar «dois ou três activos» em cada lar português que isso não faria qualquer diferença.
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Etiquetas: Luís Filipe Menezes, PSD
Domingo, 27 de Janeiro de 2008
ASAE, a nova PIDE...
Ontem, no Sul, numa coisa ruidosa do que ainda é o PSD, o dr. Bota, insigne anti-fascista, equiparou a ASAE à PIDE. Espantosamente, o homem não foi expulso lá do sítio por manifesta indecência. Aplaudiram até em transporte furioso.
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Carlos Botelho
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O seu desejo é uma ordem
Caro João Villalobos, naturalmente agradeço o seu interesse na minha opinião. Estava com receio de tocar no assunto, pois não queria que ficasse erradamente no ar a ideia de que a agenda dos media é ditada por bloggers de serviço. Ou por agências de comunicação, permito-me acrescentar. (Algo despropositadamente lembrei-me de umas afirmações, não muito distantes, de Fernando Lima.) Adiante. Tendo clara consciência de que a agenda dos media é ditada apenas pelo factor notícia, actualidade, notoriedade e interesse público, permito-me lembrar que agora só falta saber notícias sobre a alegada ameaça de morte aos filhos de Helena Lopes da Costa. É o que me ocorre dizer, de forma escorreita, por agora.
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One size fits all
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Etiquetas: Afeganistão, António Martins da Cruz, Chade, Governo, Luís Amado, ministro da Defesa, ministro dos Negócios Estrangeiros, NATO, Nuno Severiano Teixeira, PS, PSD, UE
Portugal e o Terrorismo: Reanálise, precisa-se
Sete dos 14 alegados membros de uma célula terrorista baseada em Barcelona, que foi desmantelada há uma semana pelas autoridades espanholas, estiveram em Portugal em 2006 e 2007 no âmbito de encontros religiosos (Carlos Varela/JN, 27.1.2008).
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Sinal dos Tempos
A ler, «a novela venezuelana», por José Pacheco Pereira e, «a arte de mentir», por António Barreto. Uma pequena nota na sequência do texto de Barreto. Fala-se cada vez mais no facto de o jornalismo se estar a transformar numa commodity. Vejo este passo com preocupação, na medida em que se trata de um nivelamento por baixo. Voltamos sempre ao mesmo, i.e. à Trilogia dos 3Q.
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Etiquetas: António Barreto, António Cunha Vaz, Jornalismo, José Pacheco Pereira
Sábado, 26 de Janeiro de 2008
Passar das märchen
Dizem as más línguas que o atraso de um ano na entrega da encomenda levou à demissão de Paolo Pinamonti, incomodado com o silêncio do Secretário de Estado da Cultura Mário Vieira de Carvalho. Não sei se sim ou se não, e não me interessa muito. Nunes está longe de ser uma das minhas preocupações melómanas. Como, aliás, parece estar longe de ser para a esmagadora maioria dos portugueses. Segundo o Diário de Notícias de hoje, no Porto assistiram à transmissão 165 pessoas, em Coimbra cerca de 150, em Beja 83 e em Leiria 25. No Funchal, a lotação do Teatro Baltazar Dias esgotou, mas o DN omite qual a lotação do Teatro Baltazar Dias. Ah, e que os bilhetes eram de graça. A bem da "descentralização da cultura", suponho.
Não tenho mais dados, mas o que eu gostava de saber é o custo total da operação, incluindo a encomenda. Não porque, como diz o João Gonçalves, ainda haja em Portugal gente que morre à espera de uma ambulância.
Nem vou por aí. Basta-me ficar pela política cultural socrática. A temporada do São Carlos começou em Dezembro (não é gralha, é mesmo Dezembro) e logo, por azar, com um Rigoletto arrasado pela crítica.
E para quê? Para a "estreia mundial" de uma ópera vista em ecrã panorâmico por meio milhar de compatriotas nas berças.
O nosso provincianismo é infinito.
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Allí hay mucha gente preparada
Regresso a este assunto: «el testigo protegido (...) ha revelado que el grupo lo integraban seis suicidas, entre los que se encontraba él mismo, y preparaba una oleada de tres ataques en España, uno en Alemania y otros en Francia, Portugal y Reino Unido. (...) Allí [Alemania, Francia, Portugal y Reino Unido] hay mucha gente preparada", aseguró uno de los jefes de la célula al testigo protegido» (El País online, 26.1.2007).
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Etiquetas: Terrorismo
Esta vida são dois dias e o Carnaval são três
Num lago ou num charco nunca há apenas uma rã...
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Etiquetas: Pedro Santana Lopes
E pur si muove!
É a vida. Há novas realidades no panorama comunicacional que são tão óbvias que a sua negação constitui um esforço inglório. Por diversas razões, há quem insista nas aparências. E no entanto...
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Não é nada divertido...
...o que se está a passar no PSD, assevera Filipe Nunes Vicente. Cum jocus est verus, jocus est malus atque severus.
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Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2008
Policy Review
Derek Chollet e Tod Lindberg, «A Moral Core for U.S. Foreign Policy: Is idealism dead?» e Mark Gould, «Religion Within Reason: Pope Benedict’s Critique of Islam».
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Etiquetas: Derek Chollet e Tod Lindberg, Mark Gould, Policy Review
Faça Você Mesmo
Um eventual Governo de Luís Filipe Menezes teria um organograma que seria fantástico. Depois da brilhante proposta de um possível ministro do Turismo e da Presidência, como nota Francisco José Viegas, agora seguiu-se a sugestão de um ministro da Administração Interna e da Justiça.Permitindo-me meter a minha colherada nesta prova de tiro aos pratos -- Francisco José Viegas só por modéstia seguramente é que não deu também uns tirinhos --, não queria deixar de sugerir um ministro da Agricultura e das Finanças, ou um ministro da Saúde e da Cultura. As hipóteses, como está bom de ver, são inúmeras e os leitores poderão também testar a sua imaginação.
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Etiquetas: Luís Filipe Menezes, ministro da Administração Interna e da Justiça, PSD
Também tu, Brutus?
Luís Paixão Martins entende que Pedro Santana Lopes teria muito a ganhar em ter consultores de comunicação. Admito que sim, mas confesso que me lembrei logo da fábula da rã e do escorpião. Isto dito, continuando no mesmo tema, por vezes surgem exemplos da mais elementar inocência -- ou de optimismo? -- onde menos se espera. Estão sentados?
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Etiquetas: Pedro Santana Lopes, Vasco Pulido Valente
Blogletter
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Quando o mundo fala de nós
Já não faz sentido que a ausência de uma rampa, por exemplo, impeça a presença autónoma de alguém num velório, num teatro, numa universidade, num serviço da Administração Pública...
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Gonçalo M Vassalo Moita
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Estamos de acordo?
No longo percurso rumo à última fronteira, a que se deveria chegar em 2009, a caravana foi alvo de uma primeira escaramuça ao fim de pouco mais de 100 dias. Coisa sem importância, está bom de ver, mas os visados optaram por reagir de forma desproporcionada e intempestiva. Sem que o impacto da emboscada o justificasse, os seus alvos pararam a marcha e colocaram as carroças em círculo. Perante tão ostensiva manobra defensiva, os adversários sentiram-se feridos no seu brio e na obrigação de salvar as aparências. Foram disparados alguns tiros, quase que nem se dava por eles, tal foi a falta de convicção e de vontade de acertar. Afinal, nem as forças atacantes estavam ainda na sua máxima força, muito longe disso, nem o desgaste se fez ainda sentir entre os membros da caravana. Acresce que o terreno actual não é propício a emboscadas bem sucedidas, tal como não é despiciendo o facto de a última fronteira estar ainda muito distante. Isto dito, com a aceleração do tempo, a verdade é que se gerou o impasse. Os atacantes não podem recuar e a caravana não pode retomar a marcha. Esperemos que a intervenção dos elementos permita desbloquear o impasse. A situação ainda precisa de amadurecer mais.
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Quantos são? Quantos são?
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Etiquetas: Luís Filipe Menezes, PSD
E a ACIME/ACIDI não faz nada?
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Etiquetas: Luís Filipe Menezes, PSD
Agora compreende?
A política, não é novidade para ninguém, dá muitas voltas. A memória, porém, permite-nos ir detectando as flutuações e as incongruências de acordo com as circunstâncias. Não deixa de ter a sua graça ver o deputado do CDS/PP, Nuno Magalhães, dizer: «com mais este pacto [sobre o SISI], os portugueses ficam a saber que o PS e o PSD ofendem-se em público e entendem-se em privado. É o pacto da Justiça com os resultados que se vêem, é o pacto para não haver referendo ao tratado europeu e agora este pacto que servirá para sufragar uma política errada do Governo em matéria de segurança interna».
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Etiquetas: CDS/PP, José Ribeiro e Castro, Nuno Magalhães, Paulo Portas, Telmo Correia
Quinta-feira, 24 de Janeiro de 2008
Berlusconi - Prodi - ?
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Miguel Morgado
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System Change or More of the Same
Conversations with History: «System Change or More of the Same», Stephen D. Krasner entrevistado por Harry Kreisler, Institute of International Studies/University of California at Berkeley (58:16, 22.1.2008).
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Paulo Gorjão
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Etiquetas: Conversations with History, Harry Kreisler, Stephen D. Krasner, System Change or More of the Same
Ferguson
Já que mencionei Niall Ferguson, e como o homem dá 3 entrevistas por dia, pensei que não fazia mal se indicasse mais uma aos leitores do Cachimbo de Magritte. Aqui vai, sobre a globalização no pré-1914 e no pós 11/9, 2001.
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Miguel Morgado
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História "Virtual" em português
E olhando bem, com um bocadinho de boa-vontade, até se pode dizer que são parecidos...


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Miguel Morgado
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Funções do Estado (I de II)
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Paulo Gorjão
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Portugal é a Ajuda e o resto é paisagem?
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Pedro Picoito
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Ainda o partido "católico"
Nos comentários ao meu post sobre o eventual novo partido, o Pedro Sá sugere que a religião não teria importância nenhuma no caso. Não foi isso o que eu quis dizer. A religião tem naturalmente importância na opção política dos crentes. Só não tem para quem não dá importância à religião. Ou à política. O que eu quis dizer é que não será o único elemento importante. Nem a fé católica chega para sustentar um projecto político, nem um projecto político sobrevive só com os votos dos católicos. Como diriam os irmãos Marx, um partido que nasce apenas dos interesses de um grupo, mesmo que seja o meu, não merece o meu apoio. Um partido nasce porque tem um programa de governo para todos. Ora, há muitas escolhas políticas que transcendem a fé, se assim posso dizer. Qual seria a posição de um partido "católico" sobre o novo aeroporto? Ou sobre a descida de impostos? Ou sobre o fecho das maternidades no interior? Ou sobre o modelo de gestão dos museus nacionais? And so on.
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Pedro Picoito
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Notícias Sobre o Futuro
Hoje é dia de notícias sobre acontecimentos futuros. O Governo compromete-se a reduzir substancialmente os prazos de pagamento aos seus fornecedores e a OIT garante que com "as turbulências da economia mundial" o desemprego atingirá 5 milhões de almas. Mas tudo começou ontem quando se noticiou que a Câmara Municipal de Lisboa vai anular a permuta de terrenos feita com a "Bragaparques" o que inclui os espaços antes ocupados pela Feira Popular e pelo Parque Mayer. A astrologia é uma coisa fascinante!
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Fernando Martins
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Estalinegrado - "Too cold to cry"
Há 65 anos, aproximava-se o desfecho dessa imensa tragédia humana que foi a batalha de Estalinegrado. Foi junto ao Volga, e poucas semanas mais tarde em Kursk, que Hitler finalmente caíu. Se hoje celebramos a data com alívio e alegria, é talvez difícil imaginar o que as notícias de Estalinegrado significaram para os milhões de pessoas que, nesses anos, sentiam o peso esmagador do jugo alemão. De Estalinegrado vinha a esperança, a promessa de que o reino das trevas não viera para ficar.
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Miguel Morgado
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