Mais do que o elitismo juvenil de Barack Obama, mais do que qualquer outro político nas últimas décadas, Palin representa o melhor da democracia americana, a sua proximidade dos instintos do cidadão comum.
Bruno Maçães, DIÁRIO ECONÓMICO 2 Setembro 2008


6 comentários:
Ah, a boa e velha demagogia populista da "proximidade dos instintos do cidadão comum", versus os elitistas liberais que até falam francês. Boa estratégia, dá sempre bom resultado. Duvido muito é que isso seja "o melhor da democracia americana", mas pronto.
Rui
Ou o respeito pelo discurso radicado no bom e velho "common sense" do cidadão comum. Por oposição ao discurso do género "we are the ones we've been waiting for" próprio do nefelibata.
Nuno, o discurso do "we are the ones we've been waiting for", é próprio de todos os candidatos, sem excepção. Não me parece que o candidato do "common sense", seja assim tão quimicamente puro como dá a entender, que nem se apresente como o "one we've been waiting for".
Eu, o discurso do "we are the ones we've been waiting for" aceito perfeitamente: faz parte das regras democráticas. Mas já torço um pouco o nariz ao tal "bom e velho" comon sense e à proximidade dos "instintos do cidadão comum". Mas aceito que posso estar a afastar-me do "sentir do povo", como dizem alguns dos nossos politicos (hhmmm, "comon sense" soa muito mais cool que "sentir do povo", não soa?)
Rui
"Das gesunde Volksempfinden", os "instintos do povo comum" já foram slogan na Alemanha Nazi para justificar os pogroms como a Noite de Cristal.
Bem vindo ao clube!
(lutz, a sua comparação é disparatada.)
balelas!
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