Ontem no Público, Constança Cunha e Sá, num artigo intitulado "A 'morte' do PSD", criticou a opinião de três inquiridos pelo mesmo jornal a propósito do futuro do PSD. O curioso foi que CCS referiu-se aos três como "politólogos" sem nunca prescindir das aspas. Eis a minha dúvida: as aspas traduziam a desconfiança de CCS relativamente à palavra (politólogo) ou às pessoas (André Freire, Marina Costa Lobo, António Costa Pinto) que assim se auto-denominam?
E já agora, uma perguntinha descabida: por que é que a imprensa portuguesa declara constantemente que o Instituto de Ciências Sociais - o local de trabalho dos três "politólogos" cuja opinião Constança Cunha e Sá não aprecia particularmente - tem o monopólio da "politologia" (?!)?
2 comentários:
mt bem dito sr. dr. miguel morgado. parece-me bem que, além de constatar o óbvio, defenda a instituição de que faz parte.
sr. dr. anónimo, é bom que continue a tomar aspirinas, pois continua com as alucinações. Em parte alguma defendi "a instituição de que faço parte".
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