Quarta-feira, 15 de Julho de 2009
Hardball
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Nuno Lobo
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17:45
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O 112 atende quando calha....
O 112 voltou a não atender a chamada aqui, na sequência de um acidente de viação (mais um falecimento que, se calhar, poderia ter sido evitado). Já me aconteceu algumas vezes, ao tentar comunicar acidentes, e ninguém atender. Estamos bem entregues...
Vídeo do Ricardo Araújo Pereira sobre o tema aqui .
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João Miguel Gaspar
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17:39
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Acredita quem quiser
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Manuel Pinheiro
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13:47
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Citação montesquieuana do dia
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Miguel Morgado
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12:59
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O Estado Observador
Observatório da Obras Públicas
Observatótio do QREN
Observatório das Políticas Locais de Educação
Observatório da Emigração
Observatório da Imigração
Observatório permanente da Justiça Portuguesa
Observatório Português dos Sistemas da Saúde
Observatório do Turismo
Observatório dos Mercados Agrícolas e Importações Agro-alimentares
Observatório de Segurança das Estradas
Observatório do Endividamento dos Consumidores
Observatório das Desigualdades
Observatório de Prospectiva na Engenharia e Tecnologia
Observatório da Publicidade
Observatório do Comércio
Observatório da Ciência e do Ensino Superior
Observatório das Actividades Culturais
Observatório do Emprego e da Formação Profissional
Observatórios municipais…
Observatórios regionais...
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Paulo Marcelo
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12:24
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Terça-feira, 14 de Julho de 2009
Lisboa e as gestões ruinosas
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Alexandre Homem Cristo
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22:02
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ASAE
PS: Depois de se ver a confusão com os números na conferência de imprensa do primeiro-ministro, da ministra da educação e de Walter Lemos, destinada a apresentar a nova bolsa para estudantes do ensino secundário, percebe-se um bocadinho.
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Paulo Tunhas
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21:56
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Caritas in Veritate: resposta ao João Galamba
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Miguel Morgado
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19:09
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O 14 de Julho visto da Vendeia.
Para os habitantes das zonas rurais de França, os primeiros meses da revolução representaram a promessa de um mundo mais justo e de uma vida melhor. No entanto, as reformas de 1789 foram dominadas pela burguesia das grandes cidades e a revolução não resolvia os problemas da população rural. Os impostos continuavam a subir e as pessoas continuavam a passar fome. Os camponeses sentiam que a revolução nada lhes tinha trazido de bom. Em 1791, o descontentamento político aliou-se à indignação religiosa. Com o intuito de diminuir a influência da Igreja Católica sobre a população rural , o governo decretou que todos os padres deveriam jurar fidelidade à Constituição. Aqueles que se recusassem seriam expulsos das suas igrejas e proibidos de rezar a Missa. A medida foi condenada pelo Papa Pio VI e o governo revolucionário passou a ser inimigo da Igreja. Foi a gota de água, já que nas zonas rurais, a Igreja exercia um papel de assistência social essencial.
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Pedro Pestana Bastos
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18:41
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Uma guerra para vencer?
O general Richard Dannatt, do exército inglês, alertava esta semana para a inevitabilidade do aumento de baixas, e o próprio ministro Severiano Teixeira referia também essa possibilidade entre os soldados portugueses, como que avisando a opinião pública portuguesa para o que poderá vir aí. Depois das promessas democráticas da Administração Bush, neste momento a missão da NATO está “reduzida” a impedir que a Al-Qaeda e os Talibans tenham no Afeganistão uma base de treino para planear ataques terroristas, como tiveram até 2001. O objectivo de instaurar uma democracia estável no terreno é hoje plenamente secundário e longínquo, assumido pelos próprios responsáveis americanos. Primeiro a paz, depois a democracia e a liberdade. O caminho para lá chegar é que não é consensual.
Um conflito que já dura há oito anos, e para o qual poderá não chegar apenas sangue, suor e lágrimas. Além de uma complicada derrota militar dos Talibans e seus aliados, é importante assegurar um governo minimamente estável no país. E aqui levanta-se a questão principal que atinge qualquer sociedade democrática moderna: quantas baixas serão toleradas pela opinião pública? Se uma vitória rápida está fora do alcance das tropas da NATO, será que os governos terão a convicção necessária para convencer as populações da necessidade desta guerra? Os números conhecidos nos Estados Unidos demonstram que o apoio popular está a diminuir, e com o crescimento no número de mortos, a situação tenderá a piorar...
Por isso é indispensável que exista um consenso o mais amplo possível entre os partidos de poder. Em Inglaterra, os Tories e o Labour mantêm uma necessidade absoluta de um entendimento nesta guerra, tal como existe entre o Partido Republicano e Partido Democrata nos Estados Unidos.
No caso do nosso país será fundamental que exista também esse consentimento. O PSD e o PS concordam na necessidade desta presença, pelo que é de evitar que, como disse o ministro Severiano Teixeira, haja qualquer aproveitamento politico devido a eventuais baixas. Já sabemos que certos partidos estarão sempre contra qualquer intervenção do género, mas isso não constitui novidade. Mas o que fazer com a opinião pública portuguesa, sempre muito reticente a conflitos militares? Explicar, explicar, explicar...
Em primeiro lugar é essencial esclarecer a necessidade desta guerra, e a sua importância no contexto global na luta contra o extremismo islâmico. No passado o Afeganistão serviu de base para os ataques terroristas em todo o mundo. Esta não é uma guerra anglo-americana, mas sim uma guerra global contra o fanatismo. Portugal é um país fundador da NATO, e membro de pleno direito. A nossa presença no Afeganistão é também um sinal de compromisso com a Aliança, e uma resposta ao pedido de ajuda que foi lançado pelo Presidente Obama. Para uma comunidade internacional que exige acções multilaterais dos Estados Unidos, o Afeganistão é hoje “o palco” dessa conjugação de esforços. Por fim, é necessário demonstrar aos portugueses que as nossas responsabilidades no mundo não se limitam a palavras simpáticas. Os actos também querem dizer alguma coisa...
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Nuno Gouveia
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16:57
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Ainda o discurso do Gana
PS: a única excepção que li foi do José Gomes André. Sobre este tema, aconselho a leitura do artigo de Anne Bayefsky, no Real Clear Politics (não concordo totalmente, mas é uma boa comparação entre o discurso do Cairo e do Gana).
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Nuno Gouveia
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16:41
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Mais motivos de orgulho, patriotas!
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Carlos Botelho
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13:27
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Demasiadas (pelo número, não pela origem)
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Manuel Pinheiro
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12:05
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Regressos
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Pedro Picoito
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11:00
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"Espírito do Tempo"
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Fernando Martins
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10:57
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Novas Políticas: Justiça (4)
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Manuel Pinheiro
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9:00
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'Pôr na grelha' é grelhar
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Carlos Botelho
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2:02
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Demência
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Carlos Botelho
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1:51
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Gays, mas não tanto
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Pedro Picoito
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1:43
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Segunda-feira, 13 de Julho de 2009
O maçador
Lá está o Pacheco Pereira a querer acabar com o ganha-pão de tantos famélicos da terra...
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Carlos Botelho
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22:39
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Dean Martin - "That's Amore" (The Caddy, 1953)
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Fernando Martins
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21:58
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Com a corda ao pescoço
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Alexandre Homem Cristo
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15:03
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Busan e as peixeiras
Este fim de semana, Busan. a segunda maior cidade da Coreia do Sul, com uns míseros 3,5 milhões de habitantes. Dá para o Estreito da Coreia e o seu porto gigantesco (suspeito que seja dos maiores da Ásia) é o motor da economia local e a porta de saída para os triliões de wons em exportações. Há também uma vaga praia com os habituais resorts, casinos e discotecas. A noite não é má. Mas o melhor é mesmo o peixe e o marisco.Ao entrarmos os quatro, as peixeiras começaram a gritaria e a risada enquanto apontavam para as nossas caras exclamando "moshisóió!" (bonito). No meio de tanta agitação, com o nosso "survival Korean" conseguimos escolher um peixe para ser morto logo ali e servido em estilo sushi no primeiro andar. Depois do jantar - obviamente o melhor e o mais fresco sushi de sempre - voltámos ao mercado para nos despedirmos. Enquanto se dava nova sessão de berraria, uma das cinquentonas baixotas, discretamente, pega-me no braço, aponta para um cartaz onde consta o seu número de telefone, manda-me um olhar malandro e diz-me "call me, call me". Na saída, um comité de despedida de dez peixeiras. Uma maravilha.
Entretanto começou a monção deste lado (já tinha começado na India): chove à dois dias sem parar e vai ser assim mais um mês.
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Francisco A. van Zeller
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13:59
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É a cultura, engenheiro
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Pedro Picoito
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13:02
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Domingo, 12 de Julho de 2009
Falar verdade
Falar (próximo da) verdade em política implica sempre a sujeição ao risco da manipulação pelos outros. (Para mais, quando se recusa o truque mediático.)Quando se quer falar da "realidade", sem embelezamentos ou subterfúgios, escolhe-se um caminho que não tem aquela sobre-simplificação que a "realidade", precisamente, nunca permite.
O engenheiro Sócrates talvez já não saiba o que isso é. Ou já não é capaz. Como mostram as suas trapalhadas crescentes, está cada vez mais perdido no meio duma série de espelhos que só lhe devolvem a sua própria imagem (com anúncios disto e daquilo por baixo). Mesmo que quisesse ver alguma coisa para lá deles, já não consegue.
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Carlos Botelho
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12:16
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'The Lying Down Game'
Aos comentadores mais escandalizados pelo facto deste não ser um post de alta ciência política, filosofia ou erudita crítica literária apenas peço o esforço de verem nestes posts aquelas secções dos "fait-divers", do "acredite se quiser", ou mesmo dos astros, que são secções que sempre fazem falta num blog/revista que se preze. E se o Telegraph aqui também tem, o Cachimbo não pode deixar de ter. E agora com Saturno alinhado com Plutão sinto que chega a altura de propor à Maya uma rubrica aqui no blog. Se ela não aceitar vou tentar convencer o Pedro Picoito para fazer um mano a mano comigo.
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João Miguel Gaspar
em
2:21
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Sábado, 11 de Julho de 2009
Enterro
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Carlos Botelho
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23:56
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Querer entender
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Carlos Botelho
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23:01
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Obama em África
O presidente americano está no continente africano, numa visita que já pode ser considerada histórica. O anterior presidente Bush foi elogiado, sem ambiguidades por gente da esquerda à direita, pela sua politica em relação ao continente africano. Mas, devido à sua “má fama”, as suas acções em prol do progresso de África sempre passaram ao lado de muita gente. Espero que Obama consiga fazer pedagogia no mundo ocidental, onde pululam demasiadas mentes que puxam para o mainstream as teorias neomarxistas que desresponsabilizam os africanos pelo seu próprio atraso estrutural.
Obama pediu aos africanos que parem de se queixar do seu passado colonialista, e da exploração que sofreram pelos europeus. A génese dos problemas africanos está sim, na corrupção e nas suas elites. E Barack Obama foi mais longe, dizendo que a ajuda ocidental deve ser acompanhada pela garantia de boa governação e de boas práticas democráticas. A escolha do Gana como o primeiro país visitado é emblemática, sendo precisamente um símbolo de uma democracia estável em pleno desenvolvimento. Ao condicionar a sua politica para África numa agenda de boa governação e instituições democráticas fortes, Obama demonstra conhecer bem a raiz do problema africano. E ao contrário daqueles que culpam o Ocidente e o capitalismo, o presidente americano urge os governos africanos a abraçaram um modelo de desenvolvimento económico e social responsável, assente nas instituições democráticas.
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Nuno Gouveia
em
22:12
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Eu fico
A candidatura de Elisa Ferreira tem-nos mostrado o pior que a política pode oferecer aos cidadãos: lutas incessantes pelo poder entre os correligionários de partido, uma candidata que tem demonstrado pouco respeito pelo cidadãos e pela vida democrática (só vou dar o nome e volto), e um exagerado apego aos lugares por parte de Elisa Ferreira. Se ela porventura ainda tivesse alguma esperança de vitória certamente já tinha abandonado o seu lugar dourado de Bruxelas, mostrando assim uma convicção que ainda não surgiu nesta campanha. Hoje, para cúmulo do ridículo, quase cinco meses depois de ter apresentado a candidatura, sentiu a necessidade de convocar uma conferência de imprensa para anunciar que mantém-se na corrida. Esta é já uma campanha ferida de morte, mas também demonstra a grande falta de respeito que o Partido Socialista tem pelo Porto, ao não apresentar uma candidatura digna. Eu, que vivo num concelho vizinho do Porto, lamento profundamente esta situação. Em democracia, é importante que exista uma alternativa ao poder, para que os cidadãos tenham opções válidas em cima da mesa. Como se tem visto nesta campanha, no Porto essa alternativa não existe.
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Nuno Gouveia
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20:26
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Novas Políticas: Justiça (3)
(gráfico CEPEJ 2008)
[Continua]
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Manuel Pinheiro
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18:05
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Gripe: espera-se que a poupança nos 70% das vacinas em falta ajude a pagar os estudos do TGV
Imagem daqui.«The first batches of vaccine are expected to arrive in the UK by late August, according to the NHS. (...) "The government has ordered (reparem que já encomendaram... nós ainda estamos a pensar se encomendamos) enough vaccine for the whole population and, when it becomes available, will focus on those at the greatest risk first". Aqui.
Em terras lusas:
«Ana Jorge esclareceu que o Estado português ainda não tem um contrato firmado com os vários laboratórios com os quais está a negociar, mas que isto está a ser ultimado. O que há, para já, é uma pré-reserva. "Foi definido o número de vacinas que seria importante Portugal ter garantido (para cerca de 30 por cento da população)" no Público de ontem aqui.»
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João Miguel Gaspar
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15:39
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Morto à nascença
As parvoíces que se tem de aturar por aqui...
(Enfim, cada um faz o que sabe e o que pode.)
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Carlos Botelho
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14:10
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O espírito das tribos blogosféricas
Harvey C. Mansfield, Manliness, Yale University Press, 2006, pp. 222-223
Eu lembrei-me imediatamente da anedota ele/ela quando topei com as reacções que resultaram deste meu post sobre a desproporção e desonestidade da crítica política que é feita sob a capa do humor. Foi só depois de reler a passagem deste professor de filosofia politica em Harvard que pude concluir que a minha associação até estaria a ser benevolente. As reacções ao meu post nem sequer podem ser resumidas como qualquer tentativa de dobrar o argumento para proteger os interesses particulares dos seus autores, pela simples razão que não há nelas qualquer argumento, mas apenas a manifestação do espírito próprio das tribos (muito ao jeito dos cães que lambem as mãos do dono mesmo quando ele os trata mal e que ladram aos estranhos mesmo quando eles os tratam bem).
No 31 da Armada ilustra-se a citação do meu post com uma boneca insuflável, como se a explicação para o meu argumento tivesse necessariamente de radicar no “quem” que diz e não no “quê” que é dito. Como a permeabilidade à estupidez é um traço comum à maioria das pessoas, os comentadores que se seguiram não souberam arrepiar caminho. Um chama-me “Lobo Mau socialista”; outro acha que “este senhor Lobo deve ser um infeliz” e aconselha-me a leitura do Elogio da Loucura (sim, porque a estupidez não abdica de querer parecer inteligente); outra aconselha-me a “arranjar vida própria”. O culminar desta incapacidade gritante de compreender um argumento mediante a abstracção dos interesses particulares é oferecida pelo próprio autor do post do 31 da Armada, que não resiste em se despedir sem antes notar que eu estaria certamente a pensar nele quando escrevi o meu post. Diz ele: “Nunca pensei que no 31 se fizesse ‘transfiguração indevida da realidade’. Sinto-me muito mais importante.” Para além da vulgaridade da boneca insuflável e da importância que atribui à sua própria importância, o autor nem uma achega faz ao meu argumento, nada, zero.
Depois, o delírio de quem decide disparar para todos os lados. Ora são os “blogues próximo do PSD”, ora é a “raiva”, ora são as “mentes menos livres”. O post não chega a ter 3 linhas completas mas dificilmente alguém conseguiria delirar tanto em tão pouco espaço. Como eu raramente escrevo sobre política partidária, não faz qualquer sentido assumir que eu sou do PSD ou do CDS ou de outro partido ou de nenhum; menos sentido ainda faz assumir que eu estou mais inclinado para esta ou aquela facção dentro de um partido. Também não faz qualquer sentido a ideia de que a raiva tomou posse do meu pensamento, e isto pela razão muito simples de que eu não consulto o 31 da Armada nem conheço de cor o nome de nenhuma das pessoas que nele escrevem. Finalmente, a história das “mentes menos livres” não só não faz sentido, como chega até a ser contraditória (lá está o resultado de não se seguir o logos). Sendo o pretexto do meu argumento crítico um post do 31 da Armada, sugerido por um camarada do Cachimbo, pergunto como é que a primeira bola a sair do saco é a da ausência de liberdade em algumas mentes do Cachimbo? Pelo contrário, o facto de duas pessoas no mesmo blogue transparecerem ter uma interpretação diferente de um mesmo fenómeno não denuncia precisamente a existência de mentes livres no Cachimbo? Muito sinceramente, a bondade obriga-me a pressupor que o autor do post se precipitou e não pensou sequer no que estava a escrever. De qualquer modo, mais uma vez, da substância do meu post, do conflito que tento denunciar entre um humor desproporcionado e desonesto e a vida politica responsável, nada, zero.
Aquilo que vai passando na blogosfera, que não passa pela tentativa de avançar argumentos minimamente inteligentes que possibilitem uma melhor compreensão dos “quês” dos assuntos políticos, que se restringe aos “quem”, é apenas mais um ramo da política tal como ela existe entre nós: fulanizada, inculta, estupidificante. E isto é que é pena, pois a blogosfera até poderia ser um espaço para o debate público decente.
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Nuno Lobo
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13:50
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Sexta-feira, 10 de Julho de 2009
Novas Políticas: Justiça (2)

[Continua]
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Manuel Pinheiro
em
23:45
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PP(M)
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Carlos Botelho
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21:54
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O Cachimbo de Magritte prepara intensamente a nova época que se avizinha
Novidades para breve.
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Miguel Morgado
em
19:32
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31 da Armada entrevista José Sócrates - Parte 3
Fica aqui a última parte da "entrevista" do 31 da Armada a José Sócrates.
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Nuno Gouveia
em
17:56
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A vertigem do delírio
Fugindo da realidade para diante - aqui.
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Carlos Botelho
em
16:36
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Hoje às 18 horas, eu na rádio

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Miguel Morgado
em
13:59
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Guerras Modernas 2: Ignorar é o melhor remédio
- Teacher do we have to worry about this?
- (professora coreana) No...it's just some drills because of North Korea (sic)
Ao fim de 50 anos de retórica, o Sul desenvolveu uma capacidade inacreditável de ignorar olimpicamente as ameaças do Norte. O leitor do Cachimbo, bem informado, dirá que assim é porque deste lado estão dezenas de milhares de americanos em stand-by e -mais importante- porque a corda que os chineses deram ao Norte está-se a acabar. Mesmo assim. Quem fala no dia-a-dia com esta gente não deixa de ficar surpreendido com o desinteresse de uma ameaça que está a 45 (quarenta e cinco) quilómetros das suas casas.
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Francisco A. van Zeller
em
13:41
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Guerras Modernas
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Francisco A. van Zeller
em
13:29
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Novas Políticas: Saúde - Liberdade de Escolha
Análise e propostas do IFSC para a Saúde.
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Manuel Pinheiro
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1:06
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Quinta-feira, 9 de Julho de 2009
Quer escrever uma nova Constituição?
O lançamento do Constituição 2.0 será num debate a 11 de Julho, no Museu das Comunicações, a partir das 10H. Se quiser participar, tem mais informações aqui.
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Maria João Marques
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23:22
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Os candidatos e a suspeição
Em Gondomar, caso que conheço relativamente bem, Valentim Loureiro passou os últimos anos nos tribunais, tendo já uma condenação por pena suspensa, que aguarda decisão do recurso. Aqui a história repete-se: Major é candidato e tem desafiado a população a dizer de sua justiça nas urnas.
Se em relação a Oeiras não tenho conhecimento profundo, aqui em Gondomar parece-me que os resultados eleitorais de Outubro deverão ser favoráveis ao actual presidente. Como será possível que estes candidatos, acusados pela justiça de crimes graves no exercício das funções, continuem a ter o apoio dos seus eleitores? Até para a dignificação dos cargos públicos, e já que os próprios não assumem essa atitude de transparência de suspender a sua actividade política, porque será que os eleitores continuam a premiar este tipo de candidaturas? Em 2005, Isaltino Morais, Fátima Felgueiras e Valentim Loureiro saíram vitoriosos das respectivas eleições. Porque será que as pessoas, que estão sempre a queixar-se da falta de seriedade dos nosso políticos, e quando têm a oportunidade de dizer alguma coisa sobre isso, acabam por premiar este tipo de forma de estar na política?
Não se trata de condenar nas urnas os potenciais crimes que os autarcas são acusados, mas sim de dignificar a democracia. Será que os portugueses querem "italianizar" o país?
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Nuno Gouveia
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23:03
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Leituras de Férias
Our Mutual Friend, de mestre Charles Dickens. (E que pena, digo eu, já não haver romancistas como Dickens, ou menores como Dumas, a escreverem as suas obras por capítulos em jornais ou revistas).
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Maria João Marques
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22:53
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